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Vereador Edvaldo Lima repudia reclassificação de desenho bíblico da TV Record e acusa governo de “ataque aos valores cristãos”

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Vereador Edvaldo Lima

Na tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador criticou a medida do Ministério da Justiça e alertou sobre cerceamento da liberdade religiosa.

Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Feira de Santana, na manhã desta terça-feira (3), o vereador Edvaldo Lima usou a tribuna para fazer um duro pronunciamento contra ações do Governo Federal. O parlamentar repudiou a recente decisão do Ministério da Justiça relacionada à alteração da classificação indicativa de desenhos animados bíblicos exibidos pela TV Record.

Segundo o vereador, a medida impõe restrições ao horário de exibição das produções religiosas, prejudicando o acesso de crianças ao conteúdo bíblico nos momentos em que costumam assistir à televisão.

“A minha neta é uma dessas que assiste esses desenhos da Record. Hoje minha neta está proibida de ouvir e acompanhar a palavra de Deus através da televisão, porque foi proibido por esse desgoverno lá pelo Ministério da Justiça. Isso é uma aberração”, declarou Edivaldo Lima durante o discurso.

Alerta à bancada e comparação internacional

Em sua fala, Edivaldo Lima expressou preocupação com o futuro da liberdade de culto no país e argumentou que a medida da classificação indicativa é o primeiro passo para restrições mais severas às instituições religiosas.

O edil fez um apelo direto aos demais parlamentares da Casa, especialmente aos de orientação católica e evangélica, cobrando posicionamento contra a medida. Ele citou como exemplo o cenário político da Nicarágua, onde haveria restrições severas à atuação de clérigos e igrejas de diversas denominações.

“Os senhores estão calados hoje. Amanhã os senhores vão pagar o preço. Os vereadores que são cristãos aqui vão pagar o preço por sua omissão de não levantar a voz para defender os princípios e valores morais desta nação”, cobrou.

Ao finalizar seu tempo na tribuna, o vereador reforçou sua oposição às diretrizes da atual gestão federal e defendeu a manutenção do direito de exibição de programas com teor religioso em horários de programação livre.

Assessoria de Comunicação

Edvaldo Lima

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