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Participação popular e cobranças movimentam Audiência Pública sobre PPA na Câmara

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A participação da comunidade foi um dos destaques da Audiência Pública que discutiu o Plano Plurianual de Feira de Santana para os próximos quatro anos. Pessoas que ocuparam a galeria da Câmara Municipal, na manhã desta quinta-feira (2), se manifestaram em defesa de projetos sociais e ações relativas à preservação ambiental, especialmente na zona rural. A audiência foi conduzida pelo presidente do Legislativo, vereador Marcos Lima (União), e contou com a presença de vereadores, técnicos da Prefeitura e lideranças comunitárias.

Uma das manifestações veio de Camile Vieira Pires, que cobrou tratamento adequado para o lixo eletrônico, por meio de iniciativas públicas e privadas. A temática, abordada por ela em uma dissertação, requer mais atenção na cidade. Rafael Ribeiro de Santana, que desenvolve o Projeto Karatê nas Comunidades, aproveitou o espaço para falar da falta de incentivo a iniciativas de cunho social. “Há um descaso com relação ao esporte e instituições sociais”, disse o jovem.

 

Já o aposentado José Osmar Carvalho Moreira, que tem deficiência visual há três anos, pediu apoio ao grupo que integra no CAPS do Gastão Guimarães. Segundo ele, o Governo do Estado está exigindo que eles sejam matriculados em uma escola para ter acesso ao benefício. “Muita gente não tem acesso ao programa”, lamentou. Vale lembrar que os CAPS têm caráter pedagógico, conforme explicou o vereador Ivamberg Lima (PT), que preside a Comissão de Educação e Cultura da Câmara. Essa orientação, segundo ele, tem o objetivo de viabilizar recursos para a manutenção do programa.

Por sua vez, o líder comunitário rural Zé Grande, do distrito de Maria Quitéria, assegurou que as associações rurais estão dispostas a construir propostas sólidas, mas é necessário discutir. Por isso, sugeriu debates mais profundos, já que a proposta é ampla. Ele falou sobre o avanço da ocupação das áreas rurais, inclusive com a construção de condomínios — ponto que deve ser pauta no PPA de forma efetiva, “sem perder de vista a produtividade”, conforme destacou.

 

 

ASCOM

 

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