O vereador Hélio Silva (Cidadania), presidente da Câmara Municipal de Sumaré (SP) e candidato a deputado federal, foi preso na manhã desta quarta-feira (9) durante uma operação contra o tráfico de drogas.
Batizada de “Archimagus”, a operação foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) de Campinas (SP). A força reúne agentes das polícias Federal, Rodoviária Federal, Militar e Civil de São Paulo, além de guardas municipais de Paulínia (SP).
Foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e 10 de busca e apreensão em Campinas, Sumaré, Vinhedo (SP) e Jacutinga (MG). Entre os locais alvos está um sítio que, segundo a investigação, pode ter sido usado para armazenar drogas.
As investigações também apontaram indícios de financiamento para a compra de drogas, armazenamento e distribuição para pontos de tráfico na região de Sumaré. Imóveis e empresas também teriam sido usados no esquema criminoso.
O balanço preliminar da operação indica que, na casa do vereador, foram apreendidos:
- 1 pistola calibre .380;
- 1 carabina;
- 105 munições;
- documentos diversos;
- R$ 18.215,00 em espécie;
- 7 cordões de ouro;
- 2 pulseiras;
- 2 anéis;
- 2 relógios;
- 5 aparelhos celulares.
Além disso, foram apreendidos em outros endereços:
- R$ 6,7 mil em espécie;
- 1 aparelho celular;
- 892 gramas de maconha.
Em nota, a Câmara de Sumaré reforçou seu “compromisso com a transparência e legalidade” e disse que “o vereador, assim como qualquer cidadão, está amparado pelo princípio constitucional da presunção de inocência”. Leia o texto completo abaixo.
O g1 e a EPTV, afiliada da TV Globo, procuraram o Cidadania para pedir um posicionamento sobre a operação, mas não receberam resposta até a última atualização desta reportagem.
As defesas do vereador e dos demais investigados não foram localizadas.
Posicionamentos
Câmara Municipal de Sumaré
“A Câmara Municipal de Sumaré informa que os fatos divulgados nesta quarta-feira (09) dizem respeito a uma investigação de caráter pessoal envolvendo o vereador e presidente Helio Silva e, até o momento, não há qualquer informação que relacione o caso às atividades institucionais do Poder Legislativo.
Fonte G1





