Na manhã desta quinta-feira (17), o presidente da Câmara Municipal de Serra Preta, Diego Campos, acompanhado do vereador Cezinha de Serra Preta, manifestou profunda indignação diante de uma situação que vem causando revolta entre os moradores do município.
A polêmica gira em torno de uma placa de delimitação territorial instalada logo na entrada do distrito do Bravo, que indica o limite entre Serra Preta e Ipirá. O problema, segundo as lideranças locais, é que a sinalização — amparada por dados do IBGE — estaria posicionada de forma equivocada, atingindo diretamente o território serrapretense.
“É inadmissível que uma área que sempre pertenceu a Serra Preta seja agora considerada parte de Ipirá. Essa delimitação injusta tem trazido prejuízos reais à nossa população”, afirmou Diego Campos, durante visita ao local.
A principal preocupação é que, devido à atual configuração geográfica, parte da população e da arrecadação municipal estariam sendo contabilizadas para o município vizinho, enquanto os custos e responsabilidades com os serviços públicos permanecem sob a gestão de Serra Preta.
“Estamos perdendo recursos que são fundamentais para investir em saúde, educação e infraestrutura. Ao mesmo tempo, continuamos arcando com as demandas do povo que sempre foi nosso. É uma injustiça que precisa ser corrigida”, reforçou o vereador Cezinha.
As lideranças defendem que o caso seja revisto com urgência pelos órgãos competentes, para garantir que a divisão territorial reflita a realidade histórica e social da região.
“Lutamos por justiça, por respeito à nossa história e pela valorização do nosso povo. Serra Preta não aceitará continuar sendo prejudicada”, concluiu o presidente da Câmara.






