Na Câmara Municipal de Feira de Santana, foi criado o grupo dos “dez”, são vereadores oriundos da bancada governistas, que se recusam a seguir as orientações e comando do líder do governo. A poderosa bancada, tinha 18 membros, dos quais saíram os dez.
O novo grupo está sendo chamado de “Os Mosqueteiros”. Neste caso, seria D’Artagnan e os nove Mosqueteiros. Os nove vereadores (Mosqueteiros) estarão na base do governo mas, sobre a liderança do presidente da Câmara, Fernando Torres (D’Artagnan).
O prefeito Colbert Martins MDB, não teve outra saída a não ser sentar com o grupo dos Mosqueteiros e aceitar as propostas. Os dez vereadores continuarão na base de sustentação do governo de Colbert, porem, não seguirão o líder indicado pelo prefeito, mas, estão sobre a tutela do presidente da Casa.
No conto dos três Mosqueteiros, um jovem que queria um espaço entre os heróis da defesa da rainha. Eles participavam de muitas aventuras enfrentando vilões em defesa da coroa. Já neste contexto Câmara, Fernando Torres (D’Artagnan) impõe certa liberdade ao grupo, propondo votar em consenso, mas, sem a “tirania” do rolo compressor sobre a oposição, o que torna o parlamento mais justo e democrático.
Lembrando que nas telas dos cinemas, os heróis travam batalhas para desarticular planos diabólicos “sórdidos” dos vilões para derrubar o reino, mantendo um reinado calmo e equilibrado e consequentemente a paz na sociedade. O grupo dos Dez são formados pelos edis: Fernando Torres (líder), Josse Paulo “Paulão” (vice-líder), Eremita Mota, Lu de Ronny, Edvaldo Lima, Galeguinho SPA, Zé Curuca, Luiz da Feira, Emerson Minho e Pedro Cícero.
Entenda a Historia de D’Artagnan e Os Três Mosqueteiros
Os Três Mosqueteiros é um romance histórico escrito pelo francês Alexandre Dumas. Inicialmente publicado como folhetim no jornal Le Siècle de março a julho de 1844, foi posteriormente lançado como livro, ainda em 1844, pelas Edições Baudry, e reeditado em 1846 por J. B. Fellens e L. P. Dufour com ilustrações de Vivant Beaucé.
O título previsto inicialmente seria “Athos, Porthos e Aramis“, mas foi alterado para “Os Três Mosqueteiros” por sugestão de Desnoyers, encarregado da secção de folhetins do “Siècle“, para quem o título evocava aos leitores as três Moiras da mitologia grega (Parcas, na mitologia romana). Dumas aceitou este último título notando que seu absurdo (já que seus heróis são ao todo quatro) contribuiria para o sucesso da obra.





