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2020: Governos iniciam ano em baixa em Feira de Santana

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Um novo ano se inicia e as expectativas são as mesmas de sempre, de um lado, o governo querendo manter o feijão com arroz e do outro criando ilusões de que fariam melhor. O certo é que os dois governos terminaram o ano de 2019 em baixa em Feira de Santana e estão entrando 2020 sem nenhuma perspectiva para a resolução dos problemas,  tanto o governo municipal quanto o estadual.

O governo estadual deve mais que uma simples ilusão de que esse ano farão melhor, com graves problemas na segurança, onde as policias seguem em desvio de função servindo como agentes de tributos, com blitzes do IPVA, enquanto a onda da violência urbana cresce, assaltos a estabelecimentos acontecendo  a todo momento e em todos os lugares, a modinha dos marginais do momento que são os roubos de celulares, disparam e são contabilizados aos montes durante dia e noite. Ao estado ainda pesa caos da saúde publica, que insiste em mantar o sistema de regulação ativa, mantendo centenas de pessoas pelo estado em uma fila gigantesca, e em  Feira de Santana, o caos chega ser maior, quando centenas se encontram na fila da regulação apelidada de “fila da morte”, onde os operadores parecem nada entender de saúde, pois, não a como compreender que crianças recém nascidas e com problemas de cardiopatias, entram numa interminável fila, se ainda nem sequer deram os primeiros sopros de vida e muitas morrem sem ao menos ter garantido o direito de tentar viver. A maquina fria do estado, comandada pelo governador Rui Costa-PT, que mais parece estar alheio aos problemas, apesar de ser homem, filho, pai e esposo, não consegue ouvir o lamento através dos prantos dos pais e mães de crianças que lutam para garantir o direito de seus filhos de terem um atendimento digno na saúde.

O governador Rui Costa, apoiado pelos parlamentares de sua bancada na ALBA, parece que não ha problemas em Feira de Santana de sua responsabilidade, prefere vender uma falsa ilusão de que o povo agora entende da necessidade de eleger seu aliado a prefeito em 2020, para que ele e seus parceiros no descaso total, possam olhar para a cidade. Rui passe longe da realidade ao vender a ilusão  de que o povo feirense é bobo e vai lhe dar ouvido, logo a ele que não ouve o choro daqueles que perdem seus entes queridos,  seja na fila da morte ou por vitima da violência. Com ele não ha luz no fundo do túnel, Feira de Santana, mergulha em 2020 numa profunda escuridão, Rui não apresenta qualquer tipo de esperança.

O governo municipal fecha 2019 em baixa, com crise em quase todas as áreas administrativas. O governo não consegue se sustentar para uma continuação. O prefeito Colbert Martrins-MDB, encerrou 2019 em crise com os funcionários públicos, desde os estagiários, passando pelos cooperados (indicados de seus aliados) até os efetivos.

Colbert promoveu mudanças no pagamento  do pessoal, adotou o sistema de cartão  de passagem que prejudica o servidor e protege os empresários do modal ônibus, pois, a medida não atende as necessidades do trabalhador e nem aos outros empresários que fazem parte do sistema de transporte púbico de passageiros. O servidor municipal, sejam eles estagiários, cooperados, redas ou efetivos, ficam escravizados e só podem  usar o seu direito ao transporte  na modalidade ônibus, que é muito deficitário.

Os servidores, não tem direito a usar seu vale transporte para optar por outro modal, tipo : Vans, Taxis, Motoxis e outra modalidade de transporte que englobam o sistema de transporte publico da cidade. Os servidores perderam o direito ao vale transporte e o direito de ir e vir para o trabalho da forma mais segura ou confortável de sua escolha, pois, o vale transporte virou um “cartão” de ônibus. O prefeito ainda levou os seus aliados ao desespero,  quando viram seus colaborardes (os cooperados) indicados,  caírem para a linha da “miséria” onde trabalham um mês para receber menos do salário mínimo.

Os servidores efetivos, foram penalizados com perda de gratificações, horas-extras e outras garantias como ferias, licença prêmios etc…  Neste contexto, a população será penalizada com a perda dos serviços do efetivo da Guarda Municipal, que de longe devem ser vistos como servidores comuns. A área de segurança publica deve ser encarada sempre como essencial e diferenciada, pois, são eles que prestam serviços de segurança nas repartições, protegem os servidores e a  sociedade que buscam atendimento nelas.

Em Feira de Santana, o município conta com apenas 150 homens e mulheres na Guarda Municipal, onde  não conseguem cobrir 30% postos de serviços que tem a necessidade da presença de um guarda. Ha muito tempo que a Guarda trabalha no sistema de escalas extras, horas extras e com a perda das horas-extras, a perda desse mecanismo para os agentes, trará ao comando da instituição grande dificuldade, pois,  não terá condições de oferecer o minimo do atendimento nas repartições, pois, nos dias normais, cotando com as vantagens, já era muito difícil de manter uma escala que contemplasse as necessidades dos serviços,   agora,  não ha como manter.

A bancada de sustentação do governo (em crise) precisa reagir a intentada do secretario de administração, que sem conhecer a pasta na cidade, adota  medidas que é um “suicídio” para o governo, sem se importar com a imagem do gestor, os aliados, os funcionários e a população.

Assim, seguem os governos na cidade de Feira de Santana, ambos fecham  2019 em baixa e iniciam 2020 em desgraça, nenhum dos dois (Rui Costa e Colbert Martins ) conseguem se sustentar na opinião publica, a rejeição ao prefeito continua crescente, já o governador se sustenta na força dos cargos, enquanto o prefeito desperdiça a hipótese e penaliza servidores, cooperados e estagiários, se empurrando para baixo cada vez mais.

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