A vinda do ex-deputado federal e atual presidente de honra do MDB Lucio Vieira Lima e Alex Futuca – presidente estadual do MDB a Feira de Santana, não ha outra explicação a se não de falta de confiança naquele que já traiu o MDB nas eleições de 2018, quando assumindo a liderança do pertido e na segunda maior cidade do Estado não conseguiu estimular uma única candidatura seja a deputado federal quanto a estadual. Os líderes do MDB da Bahia, Lucio e Alex, sabem do potenmcial de Feira de Santana que é o segundo maior colégio eleitoral do Estado. são mais de 400 mil eleitores e tem capacidade para eleger 4 deputados federais e até 7 deputados estaduais.
O MDB de Feira é um potencial já que tem o prefeito Colbert Martins, mais 4 vereadores Edvaldo Lima, Ron do Povo, Lú de Ronny e Fabiano da Van, além de um secretário José Carneiro (vereador licenciado). A inabilidade politica de Colbert Martins é cristalina, basta observar sua gestão a frente da Prefeitura e sua relação com os vereadores.
Embora o prefeito de Feira de Santana Colbert Martins, seja do MDB, não se tem visto qualquer reação do mesmo no sentido de estimular candidaturas para 2022, pelo contrário, pela trágica gestão que faz, qualquer um que se encoste nele sairá queimado no processo. Sabendo disso e analisando os pré-candidatos ou o potencial deles, Lúcio e Alex estariam pessoalmente cuidando do processo das futuras candidsaturas prevendo e se antecipando para que não aconteça a mesma derrota de 2018, quando confiaram em Colbert e o partido amargou duros prejuizos (não tiveram candidatos e nem votos em Feira).
Nomes que começam a dispontar em Feira como pré-candidatos do MDB são: Pablo Roberto (ex-vereador e atual secretário municipal de agricultura) para deputado estadual, Isaias de Diogo (ex-vereador), Evaldo Martins (empresário e irmão do prefeito Colbert Martins). Ainda há informações de outros nomes que poderão compor a chapa para deputado federal em Feira de Santana.
A questão é: se a vinda de Lúcio e Alex em Feira de Santana, também tem como objetivo de tentar reverter a dura realidade da divisão do partido na cidade, ja que dos quatro veredores, dois não rezam na cartilha do alcaide (Lú de Ronny e Edvaldo Lima, não fazem parte da bancada do prefeito).





