Um grande deposito para desova dos mosquitos Aedes Aegypti que mais parece uma especie proposital de quartel ou criadouro dos vetores da dengue, zika e chikungunya, foi descoberto na tarde deste domingo 03, em um local protegido pelo poder publico executivo. No local funciona uma Usina de Asfalto, localizado entre os bairros Jardim Cruzeiro e Gabriela em Feira de Santana.
A preocupação na cidade tem sido pelo combate a pandemia Coronavírus a Covid 19, mas, o descuido no combate ao Aedes Aegypti pode ser uma tragédia anunciada e com patrocinador que neste caso é o próprio poder publico.
Ação para prevenção de Coronavírus inexistente, não ha pias, sabão ou ainda álcool em gel.
No local, tanques, lajes, latas, garrafas, lixos com quentinhas e até poças de água em solo impermeabilizado pelo betume, formam um verdadeiro criadouro do mosquito.
O Ministério da Saúde convoca a população brasileira a continuar, de forma permanente, com a mobilização nacional pelo combate ao mosquito transmissor das doenças que podem gerar outras enfermidades, como microcefalia e Guillain-Barré. Mas, pouco importa se as pessoas estão cuidando de seus quintais, se o próprio poder publico faz com que os vetores se prolifere e em grande escala.
Acompanhe fotos exclusivas do local onde milhares de mosquitos se reproduzem longe dos olhos dos moradores que residem ao redor da industria.
Desrespeito ao meio ambiente
A Usina de Asfalto da Prefeitura de Feira de Santana, pode está causando transtornos aos moradores que tem suas residencias coladas ao muro dela ou na mesma rua. O cheiro forte de piche e óleo é insuportável para quem passa poucas horas no local, imagine para que habita próximo. Além de ser uma localidade urbana, as ações de despeje de materiais direto no solo causa degradação do meio ambiente é preciso que o governo adote imediata medida no sentido de corrigir a forma primata como produz o asfalto eliminando o descarte de betumes e outros materiais direto no solo.
Acompanhe fotos.despejado direto no solo

Funcionários sem espaço digno para trabalhar
Os funcionários que prestam serviços na Usina não dispõem de banheiro digno para suas necessidades fisiológica. O banheiro e o alojamento é um total desrespeito aos direitos humanos, vasos quebrados e entupidos, sem pias, o local é um convite a doenças. O bebedouro em meio as ferramentas, a sujeira e o ferrugem toma conta trazendo mais perigo, a cozinha dispensada para os funcionários poder esquentar seus alimentos, tem um fogão quebrado sem serventia, pia suja com muitas crostas de lodo (nojenta).
O local lembra o período da escravidão, onde as pessoas trabalhavam em ambientes insalubres e desumano. Assim são tratados os servidores da prefeitura de Feira de Santana que labutam pelo seus sustentos atuando na Usina de Asfalto. A noite traz perigo para os vigilantes, pois, não ha trancas adequadas nas portas e janelas alem da falta de iluminação dificulta a visão da área.
Acompanhe o vídeo.
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