Nesta segunda-feira (2), completam oito anos da morte do ex-comandante da Guarda Municipal, Marcos Vinícius Alves dos Santos, de 38 anos, assassinado no dia 2 de maio de 2014, enquanto trabalhava no Parque Municipal Erivaldo Cerqueira, também conhecido como Parque da Lagoa, no bairro Baraúnas, em Feira de Santana. Ele estava na companhia de dois colegas quando dois homens chegaram em uma motocicleta e pediram água. Quando Marcos Vinícius virou as costas para pegar a água foi baleado e morreu no local. A arma dele foi levada pelos criminosos.
Os dois homens suspeitos de envolvimento na morte de Marcos Vinícius foram apresentados à imprensa no dia 17 de agosto de 2015. Segundo o delegado João Rodrigo Uzzum, responsável pelo caso, um dos suspeitos presos teve um desentendimento com a vítima durante a micareta de 2014 e por isso teria cometido o crime. O suspeito de ter deflagrado os tiros que mataram o ex-comandante é Reginaldo Pereira. Na ocasião, ela já estava cumprindo pena no presídio de Feira de Santana por ter sequestrado um comerciante na cidade de São Gonçalo dos Campos, dois meses após a morto do ex-comandante da Guarda Municipal. Reginaldo negou envolvimento no assassinato de Marcos Vinícius.
Ainda de acordo com a polícia, o outro preso, Júlio Oliveira Ribeiro, teria pilotado a moto durante o crime. A polícia informou também que ele já tinha passagem por assalto a mão armada. O suspeito também negou envolvimento no crime.
Família
Djalma Santos, irmão de Marcos Vinícius, elogiou o trabalho da polícia, mas alegou que a família tem dúvidas sobre o motivo do crime e reclama da falta de reconhecimento pelo poder público, pelos serviços prestados pelo ex-comandante da Guarda Municipal. Marcos Vinícius foi comandante da Guarda Municipal no governo de Tarcísio Pimenta durante 4 anos e foi responsável pelo Projeto Paz nas Escolas que combatia a violência no ambiente escolar. Estava na Guarda Municipal há 8 anos e tinha aprovado para trabalhar na Polícia Civil. Ele deixou viúva e três filhos.
Fonte Blog Central de Polícia, com informações de Sotero Filho e arquivo – Foto reprodução.
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