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Colbert ameaça de demissão quem apoiar candidatos que não sejam de sua indicação, Crime eleitoral?

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A sessão humilhação não para no governo de Colbert Martins MDB, prefeito de Feira de Santana. O prefeito não para de pagar vexame.

Desta vez, ele se superou e ameaçou as pessoas que trabalham na prefeitura e que são contratados. Segundo nota no site o Protagonista, o prefeito Colbert Martins disse que quem declarar apoio a candidatos sem sua  autorização está de fora do governo. Isso pode se configurar crime eleitoral, visto que o alcaide quer direcionar apoio e votos para seus candidatos preferidos.

A sociedade até sabe que estas coisas acontecem, mas, camuflado e nuca escancarado dessa maneira como foi dita pelo chefe do executivo Feirense.

Colbert oprime os servidores com baixos salários, numa clara desvalorização das lideranças  políticas colocando todos na vala comum e depois, ainda exige  que apoem e votem nos candidatos que ele escolher como se dono fosse da vontade das pessoas. Ou seja, para trabalhar na prefeitura de Feira de Santana além de ter trabalhado gratuitamente na sua campanha em 2020, terão que votar  nos candidatos que ele decidir.

Os advogados especialistas já se debruçam sobre as  declarações do prefeito para encontrar falhas ou crime nesta decisão de ameaçar os trabalhadores contratados da prefeitura.

Já há inclusive um candidato declarado que seria o nome do ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho (união) que mendiga uma vaga de vice na disputa de 2020 na chapa de ACM Neto (União).

Nunca se viu tamanha desconsideração com as pessoas contratadas. Se isso não se configura crime eleitoral, onde o alcaide troca empregos por apoio político, então a justiça eleitoral deve sair de cena e deixar de existir. Pois, na fala do prefeito tráz um carrego de autoritarismo como se ele fosse dono dos votos das pessoas que prestam serviços na Prefeitura de Feira de Santana. É bom lembrar que as pessoas contratadas são para prestar serviços a prefeitura e não são empregadas do prefeito e nem devem satisfação em que eles vão votar ou deixar de votar em outubro.

Veja parte do texto que pode configurar crime eleitoral.

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