Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Reajuste do servidor: Colbert se vitimiza e ataca Câmara Municipal

3 Min Leitura

Pelo visto o prefeito Colbert Martins MDB quer ampliar a discussão e aumentar a polêmica sobre o reajuste do servidor público municipal. O prefeito voltou a falar sobre o assunto no Programa Acorda Cidade da Rádio Sociedade News na manhã desta terça-feira (30). Ele voltou a se vitimizar e atacou a Câmara Municipal.

O alcaide insiste em culpar a Câmara afirmando que está sendo impedido pelos veredaores de conceder o “pífio” reajuste de 5%  para os servidores (Lembre caso).

O radilaista Dilton Coutinho âncora do programa foi incisivo quanto a necessidade de barrar a birra pessoal ( entre o prefeito e o presidente da Câmara). “Me permita ser didático prefeito, se a Câmara ainda não notificou sobre a votação, logo a lei não existe, então, não poderia o senhor pagar os servidores com a Lei em vigor que é o reajuste sancionado pelo senhor de 5%?”, Apertou Dilton.

Sem saída, após ser enquadrado  por Dilton, Colbert revela que a reunião com o presidente da Câmara Municipal Fernando Torres e o vereador Jonathas Monteiro, foi de alto nível e que o diálogo está aberto, porém se vitimizou. ” O que estou querendo é segurança para atuar, quero resolver o problema e estou pronto para pagar os servidores com o aumento de 5%, mas, estou sendo impedido pelos veredaores. O que se deve questionar é: porque uma votação pública ainda não foi enviada a prefeitura e nem foi publicada? Estou aberto ao diálogo, mas, neste momento preciso de segurança para executar o pagamento dos servidores que não podem sofrer prejuízos!”, disse Colbert.

Colbert volta a travar uma quebra de braço com a Câmara e tem deixado entrelinhas que vai usar os servidores para mais uma vez para tentar vencer a decisão dos veredaores e como sempre tem feito se vitimizando e empurrando o problema para Casa Legislativa tentando provocar um desgaste.

Colbert se diz disposto a sanar o problema do reajuste dos servidores, mas, o governo omite dados importantes sobre teto de gastos com servidores para justificar a “migalha” de 5% alegando que os 11,7%, aprovado pela Câmara atingiram o limite prudencial de 51,3%, o que não reflete a verdade como disse o edil Jonathas Monteiro.

Assim, segue mais um capítulo da novela reajuste do servidor da prefeitura de Feira de Santana, que mais parece uma cortina para esconder o escândalo da operação da PF que culminou com o afastamento de dois dos mais importantes  secretários municipais ( saúde e governo).

Compartilhe este artigo