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Condução à delegacia, de pastores que pregavam em via pública, causa indignação

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A ondução de um pastor e de uma pastora da Assembleia de Deus à delegacia, por ordem judicial, quando realizavam culto evangélico em via pública, causa indignação ao vereador Edvaldo Lima (MDB), que fez pronunciamento, na Câmara, sobre o assunto.

A juíza Anelise Nogueira Reginato determinou que Natanael Santos e sua colega, que cantava no local, fossem conduzidos porque, segundo ela, teriam desobedecido ordem para baixar o volume do som, durante a pregação que ocorria nas proximidades do Fórum. O fato ocorreu na cidade de Coroatá, estado do Maranhão.

Ambos permaneceram uma hora e meia detidos e devem responder a processo. Para Edvaldo, a magistrada “extrapolou a sua autoridade e foi além do que a Constituição Federal determina, em atitude de perseguição religiosa”.

Ele manifestou apoio à iniciativa da senadora Elisiane Gama, que pediu ao Conselho Nacional de Justiça o afastamento da juíza do cargo.

“O motivo da prisão foi o fato do pastor estar falando de Jesus, para impedir isso será necessário matar todos os cristãos”, opina o vereador, citando o artigo 5º da Constituição Federal, que considera sagrado local de culto religioso. Ele acredita que o volume do som estaria dentro do limite estabelecido em lei. E lembra de um show musical de famosa cantora baiana que teria “invocado todos os seus demônios”, sem que a juíza tenha se manifestado.

Ascom

 

 

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