Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Desde que HGCA deixou de ser “porta aberta” e surgiu a Central de Regulação, paciente sofre

2 Min Leitura

A Central Estadual de Regulação, do Governo do Estado, é a causa para a longa espera por parte das pessoas que necessitam marcar uma cirurgia  de diversas enfermidades, em Feira de Santana. Essa é a conclusão a que chegou o vereador Lulinha (DEM), após relembrar que, anos atrás, o Hospital Geral Clériston Andrade realizava todos os procedimentos.

“Era ‘porta aberta’ para cirurgias e exames como ressonância, tomografia, endovaginal e outros que nem na rede particular se fazia. Essa Regulação criada pelo Estado só dificultou os atendimentos”.  Hoje, critica, “para fazer uma cirurgia no HGCA só se tiver fratura exposta, se não for assim, o paciente volta para casa”. Garantiu que, se  precisar, telefona  “para Pitangueira, deputado ou qualquer gerente de UPA para conseguir atendimento, afinal  as pessoas confiam em nós e nos pedem ajuda”.

EDVALDO LIMA

Para o vereador Edvaldo Lima (MDB) é “desastrosa” a política de saúde do Estado. “Só  atende aos interesses políticos do governador e temos como provar isso claramente depois que criaram a ‘regulação da morte’. A culpa de todas as mortes é do governador Rui Costa”. Ele questiona a metodologia de atendimento no  HGCA: “Só quer atender na base da troca de votos”.

NEINHA

A vereadora Neinha disse que, com ela, “não haverá barganha”. “Saúde é direito do povo e dever do Estado e se isso não está acontecendo, vou continuar falando sobre este assunto aqui”, afirmou.

Ascom

Compartilhe este artigo