Em um momento em que a saúde pública de Feira de Santana enfrenta grandes desafios, o vereador Edvaldo Lima se destaca por sua atuação firme em defesa da população. Na manhã de quarta-feira (18), durante sessão na Câmara Municipal, o parlamentar voltou a levantar a bandeira da saúde, ao defender com entusiasmo a aprovação da Emenda 22/2025, que destina recursos para a construção de um Hospital Municipal na cidade.
Edvaldo Lima enfatizou a gravidade da situação atual. Segundo ele, o Hospital Geral Clériston Andrade, referência na região, foi projetado quando Feira de Santana tinha uma população de apenas 250 mil habitantes. Hoje, com mais de um milhão de moradores, o sistema de saúde não consegue mais atender à demanda crescente.
“Feira de Santana cresceu, mas infelizmente o número de unidades de saúde pública não acompanhou esse crescimento. Precisamos agir com urgência para garantir o atendimento digno que o nosso povo merece”, ressaltou o vereador.
Com um olhar voltado para as necessidades mais urgentes da população, Edvaldo Lima relembrou que, ao longo dos anos, diversos hospitais que atendiam pelo SUS foram descredenciados, criando uma verdadeira lacuna no atendimento público de saúde. Sensível a essa realidade, o vereador já havia destinado, por meio de seu orçamento impositivo, o montante de R$ 13 milhões para a construção de um hospital geral municipal.
“Minha maior preocupação é com o povo. Saúde é prioridade, e o que estamos fazendo hoje é um passo importante para melhorar a vida de milhares de feirenses”, afirmou Edvaldo Lima, destacando que a luta agora é para garantir a liberação e aplicação correta desses recursos.
A iniciativa do vereador vem sendo vista como um exemplo de compromisso com a população e reforça a necessidade de união entre os poderes públicos para que o projeto saia do papel o quanto antes.
A expectativa é que, com a construção do novo hospital municipal, Feira de Santana possa finalmente ampliar sua capacidade de atendimento, oferecendo mais leitos, melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde e, principalmente, dignidade para quem mais precisa.






