Nos últimos dias o nome do ex-deputado federal Luiz Fernando de Fabinho Araújo Lima, foi ventilado na imprensa que poderia ser candidato a vice-prefeito pelo DEM, por indicação do ex-prefeito José Ronaldo. O seu nome está sendo impulsionado pelo vereador Luiz Augusto de Jesus- Lulinha-DEM, mas, sem ganhar coro ou força no meio politico.
Fernando que já foi prefeito no município de Santa Barbara, deputado estadual e deputado federal, está afastado da politica desde 2010. Teve uma grande decepção quando viu o fim de seu sonho em 2008 de ser candidato a prefeito de Feira de Santana. O seu compadre e colega de partido, José Ronaldo de Carvalho, não lhe indicou para ser seu sucessor (na época optou por apoiar Tarcizio Pimenta).
Fernando não somaria muito numa chapa ao lado do atual prefeito Colbert Martins, porque quando o candidato é uma estrela a exemplo do ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho, o vice-pode ser qualquer um, como foi em 2016, que ele apresentou um vice sem expressão e afastado de mandatos, mas, apenas pelo crivo do partido e do tempo de TV. Porém, quando o assunto é um candidato de sucessão e que tem alta rejeição como é o caso do atual gestor, seria preciso indicar alguém de grande prestigio e de vida politica ativa, que somasse ou acrescentasse mais que o próprio candidato a prefeito.
O ex-deputado traz boas lembranças de um enorme carisma e é só, isso fica no passado junto com sua história politica. Como candidato a vice e ou a prefeito seria alvo fácil das criticas, sobretudo do processo pelo qual responde, talvez um dos fatores de peso que levou a Zé Ronaldo (na época) não indicar e apoiar seu nome para prefeito em 2008.
A companhe o processo.
O Supremo Tribunal Federal abriu Ação Penal contra o deputado federal Luiz Fernando de Fabinho Araújo Lima (DEM-BA), suspeito por desvio de dinheiro da União na época em que era prefeito do município baiano de Santa Bárbara. Com a decisão unânime do Plenário, o deputado passou da condição de investigado para a de réu em processo penal.
O deputado responde por crime de responsabilidade por acusação de ter desviado recursos públicos federais repassados de um convênio da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) com a prefeitura para uma obra de saneamento básico. Segundo a acusação, a obra, avaliada em mais de R$ 113 mil, não foi executada.
Inspeções da Funasa e auditorias do Tribunal de Contas mostraram que a empreiteira recebeu à vista e em sua totalidade um dia depois do fim da licitação, e que o prazo para a entrega das obras foi ultrapassado sem que elas sequer fossem iniciadas. Quando, finalmente, houve a execução, foi feita diretamente pela prefeitura, sem a participação da empreiteira contratada. Além disso, há indicações de irregularidade na emissão de notas fiscais da empreiteira.
Confira o processo. ( https://url.gratis/a5WYn)





