Dois nomes vêm incomodando velhos políticos tradicionais de Feira de Santana, Fernando Torres e Yuri Guimarães. Aquele que vem para renovar o sistema político de Feira, Yuri vem sendo reconhecido no meio político da cidade pela sua forma habilidosa, sutil como vem conduzindo a transformação da política feirense. A eleição de Eremita é a implosão da velha politica de Feira de Santana.
Fernando Torres, que apesar de ter tramitado em todas as hostes da política são se dobrou e nem se curvou a tradicional politicagem para se manter no poder, desenvolveu sua brilhante carreira política com independência e ética, ressurge na política local para cravar seu nome definitivamente na política da cidade, como aquele que conduziu um processo novo e inovador para a Câmara Municipal, tornando-a independente e devolvendo-a o poder que lhe é peculiar.
Yuri chega como uma força silenciosa e expansiva como um vulcão que explode vultuoso encantando a milhares e assustando aos tradicionais. Mas, que de forma silenciosa vem se preparando para o grande dia em que todos podem notar o efeito de seu trabalho e habilidade.
Juntos, Fernando e Yuri vêm dando uma verdadeira lição nos velhos políticos tradicionais da cidade, demonstrando que a nova política é feita sem planos ardilosos de destruição de lideranças, sem traições ou surpresas desagradáveis no final. O projeto é audacioso, que começou com a retomada e libertação da Câmara Municipal que antes parecia uma extensão da cozinha da prefeitura onde vereadores mais pareciam serviçais do prefeito.
Tudo mudou com a eleição de Fernando para vereador, coisa nunca vista antes na cidade, um homem de vitórias, que alcançou grandes posições no cenário político, foi vereador, deputado estadual, deputado federal e secretario de estado e, retornar a política local para ser vereador novamente? É aí que revela o tamanho do projeto por trás dessa decisão de seu retorno a política.
Tudo começou com a eleição de Fernando para vereador e em seguida a eleição para presidente da Câmara, duas etapas que não foram fáceis, ambas tiveram nitidamente interferências de políticos tradicionais na tentativa de barrar a chegada de Torres ao poder. Mas, nesta terça-feira 15, o projeto chega a mais uma etapa concluída, a eleição da vereadora Eremita Mota para presidente da Casa, quebrando um tabu e que certamente aborrece aos velhos e tradicionais políticos que costumam se envolver e ditar quem deve presidir o parlamento municipal.
Diante do exposto é certo afirmar que as próximas eleições municipais sobre tudo para a chefia do executivo, que devem acontecer em 2024, não acontecerá sem o crivo da Câmara ou seja, o próximo prefeito sairá da Casa ou terá absoluto aval dela.





