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Lulinha diz que policlínicas não podem negar atendimento a pessoas de outras cidades

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A propósito de denúncia apresentada pelo vereador Paulão do Caldeirão (PSC), sobre atendimento de pessoas de outras cidades na Policlínica do Parque Ipê, o líder do governo, vereador Lulinha da Conceição (DEM), pediu mais cuidado com a divulgação dessas informações. Ele defendeu que qualquer unidade de saúde, seja pública ou privada, não pode negar atendimento, pois a vida está em primeiro lugar.

“Eu entendo que pode atender pessoas de qualquer lugar. Quantas pessoas saem daqui e são acolhidas em outras cidades?”, indagou o vereador, destacando que Feira de Santana é uma cidade acolhedora. Lulinha lembrou que no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) o atendimento só é feito por meio de regulação e por isso acha que as policlínicas devem estar sempre de portas abertas.

O presidente da Casa Legislativa, Fernando Torres (PSD), concordou com o líder governista de que a vida deve estar em primeiro lugar, mas informou ter conhecimento de que chegam ônibus lotados nas unidades de saúde, vindos de outros municípios. De acordo com o vereador Paulão, as pessoas chegam durante a madrugada, de cidades como Antônio Cardoso, Biritinga e Rafael Jambeiro.

Ainda sobre a área de saúde, Lulinha justificou a mudança do horário de atendimento nos postos, que passam a abrir as 7h – e não 8h – e fecham às 16h. Segundo ele, a secretaria fez um levantamento e constatou que a demanda maior nas unidades de ocorre no período da manhã, o que faz com que as pessoas passem muito tempo nas filas. “À tarde os postos ficam praticamente vazios”, completou.

“Deixem o presidente Jair Bolsonaro trabalhar”, pede Edvaldo Lima

Com o argumento de que o povo não quer mais a esquerda governando o Brasil, o vereador Edvaldo Lima (MDB) disse que a oposição parece que não entendeu ainda que o presidente Jair Bolsonaro teve quase 58 milhões de votos e que tem dado assistência ao país, inclusive no Nordeste todo.

A aceitação do governo, segundo o vereador, foi confirmada no dia 7 de setembro, quando 20 milhões de pessoas foram às ruas.

Citando que partidos como o PT, PC do B e PSOL não conseguiram mobilizar manifestações, Edvaldo Lima pediu que as legendas abracem o projeto de Bolsonaro e deixem o presidente trabalhar, em defesa das bandeiras da família e do trabalho. “Mas o modelo de família único, homem e mulher, macho e fêmea; os outros s afrontam a sociedade”, frisou.

O vereador Jhonatas Monteiro (PSOL) destacou que essas bandeiras são defendidas pela esquerda e lembrou que a primeira iniciativa de Bolsonaro foi extinguir o Ministério do Trabalho.

Ascom

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