Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Não se constrói candidatura da noite para o dia

3 Min Leitura
Zé Neto, Zé Ronaldo e Pablo

Não se constrói candidaturas da noite para o dia e é assim que tem sido em Feira de Santana para os postulantes à cadeira de prefeito que deverá ser disputado em outubro de 2024. Elas são planejadas de longo tempo, apesar de mascarar com tempo curto anunciar as candidaturas oficialmente.

Os nomes começam a se definir e é completamente normal que adversários também se interessem em estimular ainda que especulativos nomes nas hostis contrário na tentativa de desestabilizar o mais forte.

Neste contexto, é importante observar quem está consolidado como possível candidato e quem está por construir do zero uma candidatura.

Quais são os nomes no tabuleiro e quem apresenta consolidação.

Dos que tem se apresentado como postulantes às candidaturas são: Zé Neto (PT), Zé Ronaldo (União Brasil), Pablo Roberto (PSDB), Zé de Arimatéia (Republicano), Pastor Tom ( Solidariedade), Carlos Geilson (Solidariedade), Jonathas Monteiro ( PSol), Fernando Torres (PSD) e Zé Chico (União Brasil).

Destes, o único que não disputou eleição nos últimos quatro anos foi o ex-prefeito Zé Ronaldo, portanto, caso decida disputar eleição, terá que recomeçar do zero. Os demais, estão habilitados e  credenciados por serem os  testados nas urnas nas últimas eleições 2020 e  2022, respectivamente.

Neste contexto, destaque para o deputado federal que obteve 138.073 votos nas eleições de 2020 para prefeito, se tornando o pré-candidato mais consolidado dentre todos outros nomes aqui apresentados. Nas eleições de 2022, Neto foi o mais votado da cidade com 62.915 votos para deputado federal, abrindo caminho ainda mais como o preferido para a eleição vindoura.

Ainda merecem ser observados três nomes que tiveram votação considerada ( forte) acima de 30 mil votos.  São: Pablo Roberto 42.635 votos para deputado estadual, Zé Chico 34.540 votos para deputado federal e Jonathas Monteiro com 31.697 votos para deputado estadual.

Fora isto, quem não disputou as duas últimas eleições não pode ser considerado como pré-candidato consolidado,  por ter que recomeçar do ponto zero. A tentativa de estimular um nome sem expressão política ou sem nunca ter participado de uma eleição, seria no mínimo um jogo de loteria.

Compartilhe este artigo