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Não tem nada perdido, vem aí o trio da vitória de quatro mandatos

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Não está tudo perdido como já se propagam pelos bastidores da politica feirense. O trio da alegria do povo feirense pode está unidos novamente. O boato é cada vez mais forte que um grupo que se formou com intuito de desmanchar os planos do ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho, em manter seu grupo que  lhe rendeu quatro vitórias no primeiro turno, unido.

Porém, nas rodas de conversas, sobretudo dos mais próximos do atual prefeito e do ex-prefeito é que a toalha já foi jogada  e  caso por algum motivo desconhecido da sociedade José Ronaldo decidisse apoiar o seu vice,  da forma como vem comandando o governo, certamente teria uma derrota acachapante para qualquer um  candidato. Não é  pela falta de prestigio do ex-prefeito com os eleitores, mas, sim pela repulsa que o povo de Feira de Santana tem ao nome do atual gestor.

A disputa chega ser tão forte entre eles, que os cargos de confiança ligados a José Ronaldo, (que são a grande miaria) são encarados como inimigos pelo grupo (pequeno) do atual prefeito, eles não se bicam.

Mas, tudo poderá chegar ao fim e poderá,  um  dos dois grupos estar  soltando fogos no mês de dezembro,  mês em que também finda o governo do quarto mandato de José Ronaldo.

Nem tudo está perdido, segundo conversas apuradas  nos últimos dias, José Ronaldo, que está calado diante das provocações e investidas do grupo aliado, mas que se comporta como oposição, quebrará o silencio e anunciará a chapa,  será o trio da alegria ou a chapa dos sonhos?  Para os ronaldistas, haverá  a união  novamente  do grupo que tanto deu vitórias ao ex-prefeito.

O que eles não contavam eram com a grande capacidade que Zé Ronaldo tem de reverter quadros (inclusive ele pode participar diretamente dessa eleição) e não se enganem aqueles, que o silêncio do diretório estadual do MDB sobre candidatura em Feira, tem haver e muito com a postura que o ex-prefeito deverá tomar. O jogo começou e os jogadores  estão açoitos derrubando peças como se experts fossem, mas, levarão no final um xeque-mate.

 

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