A Secretaria Municipal de Educação de Feira de Santana vive dias turbulentos. O Decreto Individual nº 1372/2025, publicado pelo Gabinete do Prefeito, trouxe mais uma mudança na equipe: a exoneração de Carlos Alberto Coutinho Júnior, que ocupava o cargo de Oficial de Gabinete, símbolo DA-3. Para seu lugar, foi nomeado Anderson Rufino da Silva.
A cada semana, cresce a sensação de que a pasta virou palco de uma verdadeira “dança das cadeiras”. Fontes ligadas ao governo revelam que não se trata apenas de trocas administrativas de rotina: a equipe que foi cuidadosamente montada pelo atual secretário — que também acumula o peso de ser vice-prefeito — está sendo desmontada peça por peça.
E a pergunta que ecoa nos corredores da Prefeitura é direta: o que está acontecendo dentro da Secretaria de Educação?
O clima é de instabilidade. As exonerações sucessivas alimentam especulações sobre disputas internas, insatisfação política e até mesmo um possível enfraquecimento da gestão do secretário. Nos bastidores, comenta-se que “o castelo está ruindo” e que não ficará pedra sobre pedra se o ritmo das demissões continuar.
Com a Educação em xeque, a opinião pública se divide: seriam as mudanças um sinal de reestruturação necessária ou um indício de desorganização e crise de comando?
Perguntar não ofende: até onde vai essa sequência de demissões? E quem será o próximo a deixar a cadeira?





