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O Bode expiatório

3 Min Leitura

Qual é a surpresa no caso do vereador Edvaldo Lima (MDB) ir à prefeitura e aparecer ao lado do prefeito Colbert Martins? Quando foi que Edvaldo disse que não era governista? Sempre que subiu na tribuna da Câmara, mesmo com o discurso inflamado com criticas ao atual gestor, ele núnca disse que não era governista. Autentico e sempre firme nas suas posições, Edvaldo Lima saiu em defesa da sociedade mesmo tendo muito a perder e não arredou um pé das suas convicções.

Durante a semana, matérias  destacam  a ida do vereador ao paço municipal e mantido-se ao lado do prefeito, como se fosse novidade ou coisa do outro mundo. Não é surpresa alguma!  bastava os escritores de tais matérias observar os discursos do edil na Câmara.

Mesmo ainda quando defendeu o impeachment  do prefeito, ele sempre disse ser  da base do “governo”.  A observação é importante para que todos tomem ciência de que Edvaldo não arredou da  responsabilidade quando foi chamado a ela para defender o interesse coletivo.

O criticador não pode tambem ser o elogiador? Se na crítica o governo aprendeu e está se propondo a ouvir o edil e consertar o erro, não merece a atenção do edil? Podem até tirar Edvaldo para Cristo (tentativa de crucifca-lo) ou ainda como “Bode expiatório“, mas, não podem dizer que ele coaduna com o erro ou ainda com a hipocrisia. O vereador é do MDB, partido pelo qual elegeu o prefeito. Ele se elegeu na bancada do governo e dele so abriu mão dos cargos que perdeu logo após tomou posição de defender a sociedade indo de encontro com a opinião equivocada do gestor na época. Tantos outros na Câmara já adotaram medidas parecidas e não foram perseguidos por isso.

O importante neste contexto dos edis estar ao lado do prefeito é observar qual é o motivo desse reencontro. O prefeito mudou seu posicionamento quanto aos edis? Não podemos esquecer dos logos e havidos pronunciamentos do alcaide dizendo que não cedia a chantagem ou pressões deixando entender que  taís coisas viriam da Câmara Municipal.

 

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