Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

O culpado é Colbert: Recesso da Câmara Municipal não traz prejuízos para os servidores da Prefeitura

2 Min Leitura

Há uma controvérsia em relação aos atrasos no reajuste salarial dos servidores da prefeitura de Feira de Santana, de acordo com cards compartilhados nas redes sociais. Esses cards apontam a Câmara Municipal como a principal responsável pelo atraso, alegando que o presidente Eremita Mota (PSDB) não tem pautado o projeto de lei do executivo para votação. Chegando a ironizar ‘”vereadores de férias e os servidores sem aumento”.  No entanto, é importante examinar a situação mais detalhadamente.

Embora o prefeito Colbert Martins (MDB) tenha tido tempo suficiente para enviar a proposta de lei de reajuste dos servidores à Câmara Municipal, levando em consideração que a data base é o mês de maio, é fundamental lembrar que o recesso parlamentar não traria prejuízos aos servidores. Se o reajuste fosse aprovado em julho ou agosto, após o recesso, ainda seria pago retroativamente à data base, garantindo que os servidores recebessem os valores atrasados. A proposta do prefeito é de 4%.

É válido destacar que a falta de cumprimento das Leis Municipais que regulam os direitos dos trabalhadores é o que verdadeiramente prejudica os servidores. Até a presente data, o prefeito não pagou o reajuste aprovado e promulgado pela Câmara Municipal em maio de 2022, que era de 11,73%. O gestor concedeu apenas 5%, deixando um saldo de 6,73% em aberto. Esse descumprimento tem causado grandes prejuízos aos funcionários públicos da prefeitura.

Portanto, atribuir o atraso do reajuste exclusivamente aos vereadores é uma inversão de valores. Na Câmara há pressão dos vereadores governistas para pautar o PL do empréstimo  de 300 milhões que o alcaide quer, mas, não se viu discursos do atraso no pagamento do reajuste dos  servidores.  O verdadeiro culpado  pelo atraso é o prefeito que não enviou o PL em tempo hábil.

 

Compartilhe este artigo