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No dia de finados, o pré-anúncio da morte do Shopping Popular de Feira de Santana

3 Min Leitura

No dia de finados o empresário Elias Tergilene fez na sua rede social Instagram um pré-anúncio da morte do Shopping Popular (a Cidade das compras) de Feira de Santana. O empresário postou uma charge que aponta ele, os camelôs e o ex-prefeito José Ronaldo.

A charge traz a frase ” Cordel de Feira, o Camelô, o empresário caiu no conto do  O Vigário”. Observe que as palavras estão direcionada a cada figura e o Vigário está para o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho.

O Conto do vigário é uma expressão usada em Portugal e no Brasil significando uma história elaborada com o objetivo de burlar  alguém. Burlar (ludibriar, enganar).

A insinuação é de que o Camelô de Feira de Santana e o empresário, no caso Elias Tergilene, teriam sido enganados por Zé Ronaldo, pelo menos leva a esse entendimento.

Mas, quem é o Vigario? Se não vejamos: O prefeito José Ronaldo DEM, contratou Elias Tergilene ( seu consórcio) para construir e explorar um shopping Popular em Feira de Santana. Na época, Ronaldo era prefeito da cidade, para o projeto, a prefeitura investiu 13 milhões de reais e o que serviu foi um galpão desestruturado de tudo que foi prometido.

Enquanto isso, o vereador Roberto Tourinho ( época)  crava no plenário da Câmara Municipal,  que Elias Tergilene é “malandro” e estaria “lesando a população de Feira de Santana” e que o.prefeito José Ronaldo “destruiu o Centro de Abastecimento”,  (Veja aqui).

Para a concretização do plano do Shopping Popular,  entrou em cena outro personagem, o atual prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins MDB, que teria o papel de retirar os camelôs do centro da cidade obrigando-os irem para o shopping popular, mesmo sabendo das dificuldades dos comerciantes e sem adotar nenhuma medida que levassem os clientes para a localidade. Sem atrativo e sem motivos, os compradores não apareceram e os comerciantes amargam prejuízos e partem para uma dura manifestação nas avenidas em desespero.

Quem é o vigário?  Uma coisa é certa, ninguém pode dizer que os inocentes nesta história não  são os camelôs.  Ja os outros personagens são ‘cobras’ engolindo ‘cobras’ e o verdadeiro ‘otário’ (prejudicado) no contexto é o povo feirense que amargou o prejuízo de mais de 13 milhões de reais.

Vejam quem estão no contexto do cordel, um empresário experiente representando um consórcio de investidores,  um político com 20 anos de domínio do poder e um prefeito que já foi parlamentar de várias legislaturas e dois mandatos  no cargo, aquém chamaria de ingênuo?.

Justamente no feriado de “finados” uma postagem dessa natureza, parece mesmo um pré-anúncio do fim, um jogar de toalhas.

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