Alguns falam sobre o possível retorno de Marcos Lima para a Câmara Municipal como se a única fórmula para isso dependesse de Pablo Roberto. A ideia é tentar atrelar o retorno de Marcos a um possível acordo com Pablo no sentido de apoio para deputado estadual.
Há um ledo engano neste entendimento, pois, Pablo não é líder no contexto da indicação, ele é indicado e é dependente da vontade do prefeito Colbert Martins MDB, logo não tem vida própria para exigir que Lima declare apoio ao seu projeto politico para retornar a Casa.
Para entender, é preciso voltar no tempo e lembrar que Pablo chegou ao cargo de secretário por indicação de Carlos Geilson. Hoje na mesma condição está Marcos Lima, só que há uma diferença, ele já é liderado do deputado estadual Carlos Geilson e não precisaria de outro acordo para esse fim.
O retorno de Marcos Lima a Casa Legislativa na condição de suplente está sobre a vontade de Colbert Martins e não do secretário Pablo Roberto ( ele está secretario não é secretário, não há eleição para essa função), logo até a permanência dele no cargo na secretaria depende do prefeito.
Então, é preciso parar de valorizar e dá a Cezar o que de Cezar, Pablo não é dono de nenhuma secretaria e nem dono de mandato de veredor. O vereador é Pedro Américo e não Pablo, a secretaria é do governo e sua permanecia nela depende de Colbert e não dá vontade dele mesmo. Dizer que o retorno de Marcos Lima depende única e exclusivamente de Pablo e menosprezar a autoridade do prefeito.
Se fosse verdade essa “tal vontade própria” de Pablo, como ficaria o acordo de Colbert e Carlos Geilson? Então Colbert vai atuar em desfavor de seu aliado que é deputado para beneficiar aquele que almeja ser candidato?
É preciso botar os pingos nos is para não está prestando um desserviço a sociedade ao informar fato político.
Se Carlos Geilson aceitar que, para Marcos Lima voltar a Câmara tem que declarar apoio a Pablo, ele está sem moral e desprestigiado no governo, pois, um de seus liderados para ser beneficiado precisa deixá-lo.





