Em todas as eleições municipais a Igreja Universal do Reino de Deus através de Partido Republicano Brasileiro (PRB), tem feito mandato e garantido uma cadeira na Câmara Municipal de Feira de Santana.
Apesar de em outras oportuninades ter contribuído para reforços de outros candidatos na época das coligações, os políticos da Igreja sempre foram tratados pelo grupo da atual gestão como “muletas”. Não se viu nós últimos 20 anos políticos da base da Igreja em cargos de destaque ou secretárias de visibilidade.
Nesta última gestão a evidência ainda foi maior quando foi obrigado a ceder a vaga da Câmara para agregar uma suplente de vereador. Na ocasião, o vereador Eli Ribeiro, eleito legitimamente foi obrigado a assumir uma secretária falida e sem recursos até mesmo humano (cargos) para agregar a suplente apadrinhada.
Mesmo com muita reclamação até mesmo da questão física da secretaria, Eli foi fiel ao grupo e se manteve no cargo mesmo sendo prejudicado em sua visibilidade política, pois, a pasta é considerada como “mata político” por ser uma pasta que só tem problemas para administrar visto que não há mais o programa de habitação.
Mais uma vez os políticos da Igreja Universal estão sendo chamados pela sociedade à posição de destaque como ter um representante eleito na Câmara e sem as amarras da atual gestão e até candidato ao executivo teve.
Agora, livre de compromissos com o grupo político da atual gestão, a sociedade exige que os políticos da Igreja Universal, como: o deputado federal Márcio Marinho, o deputado estadual José de Arimatéia e o vereador Eli Ribeiro, compram seu papel como representante e não se deixem ser usados como muletas.
Eleitores do PRB de Feira quer e merece ver seus representantes em destaque na cidade fazendo o que foram chamados para fazer.





