Inicialmente acusam o prefeito Colbert Martins MDB de não cumprir um suposto acordo feito no período de campanha em 2020 e que deixou dois ex-vereadores literalmente “chupando dedo”. Os suplentes que ficaram de fora foram: Isaías de Diogo e Fabiano da Van.
Esse suposto acordo foi reclamado por diversos ex-vereadores. O acordo seria que: após as eleições, o prefeito eleito chamaria quatro vereadores da Câmara para compor o seu governo e abriria assim, quatro vagas para os suplentes. O acordo teria sido feito com os vereadores da bancada governista, o prefeito e o ex-prefeito José Ronaldo, onde cada partido ( União Brasil e MDB) seriam contemplados com duas vagas.
Passado as eleições, Colbert teria mudado o discurso e contemplou apenas as duas vagas do União Brasil, quando saiu Gerusa Sampaio (secretaria da mulher) e Pedro Américo (agricultura). Para as vagas do União, ascenderam os suplentes, Lulinha da Conceição e Marcos Lima.
O prefeito ainda honrou outro compromisso assumido com o Republicano, chamou Pastor Eli Ribeiro (secretaria de serviços públicos) e contemplou o suplente Petrônio Lima.
O alcaide tem sérias dificuldades com membros do próprio partido MDB e não consegue voluntários para assumir uma pasta para o cumprimento do suposto acordo. Neste contexto, no início do governo, Colbert ainda nomeou o edil Zé Carneiro (MDB) para a Secretaria de Meio Ambiente, mas, só segurou por um ano, foi quando o suplente Fabiano da Van foi obrigado a deixar a Câmara com o retorno de Zé Carneiro.
Isaías eleito por dois mandatos, ficou de fora para o terceiro, mesmo estando na segunda suplencia do partido, posição que le deixa dentro do acordo das quatro vagas, mas, núnca foi chamado ou de fato contemplado. Será que Zé Ronaldo e Colbert já descartou Isaías de Diogo e Fabiano da Van?
No segundo turno das eleições quando o governo precisava de mais gás, surgiram boatos de outro acordo, onde dois suplentes de vereador que tem atuação no Distrito de Maria Quitéria também assumiriam uma vaga na Câmara. Mas, este assunto vai ficar para uma outra matéria até que haja os reclamantes legais para o suposto acordo.





