Dando uma verdadeira aula sobre teto de gastos o professor e vereador Jhonatas Monteiro mostrou que o prefeito Colbert Martins não tem desculpas para não conceder aos servidores da Prefeitura de Feira de Santana a reposição salarial aprovada na Câmara Municipal. As informações foram passadas na ultima sessão do primeiro período legislativo (30/06).
Segundo o vereador, o valor do limite com gasto de pessoal da receita corrente líquida é de 54%; o limite prudencial é de 51,3%; o limite de alerta é 48,7%. O edil mostrou que Feira de Santana opera muito abaixo de qualquer alerta ou risco.
“Volto a repetir uma informação até que ela entre na cabeça de alguns colegas vereadores, Feira de Santana por informações dadas pelo secretario municipal da Fazenda, gasta apenas 46% da receita corrente liquida com pessoal. Existe espaço fiscal e orçamentário para conceder a recomposição salarial e reajuste”, disse Jhonatas, revelando que se não fez à recomposição é por questões políticas e não por falta de recurso.
“No projeto encaminhado para esta Casa, o prefeito em nenhum momento justificou a coisa básica de explicar porque deu 5% e não 4 , 6 ,7, 10 ou 15%? Por qual critério? Não tem em nenhum momento do projeto”, concluiu Jhonatas.
Com o esclarecimento do vereador e pela amostragem do próprio secretario da fazenda Expedito Eloy, não ha razão para o prefeito Colbert Martins não acatar o projeto aprovado na Câmara, inclusive com votos de governistas e conceder o reajuste de 11,73% aos servidores municipais.





