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Para renovar o plano de saúde UNIMED, professores são obrigados a se filiar ao SINDESP

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Caiu como uma bomba no meio da categoria dos professores efetivos do município de Feira de Santana a obrigatoriedade da filiação ao Sindesp- Sindicato dos Servidores do Município se quiserem renovar o plano de saúde UNIMED.

A denuncia foi feita ao site Rota da Informação que buscou informação ao sindicato da categoria dos professores APLB. Segundo Marlede Oliveira, disse ao site que tomou conhecimento e que orienta aos professores a prestar queixa no órgão de defesa do consumidor PRONCON.

“Recebemos queixas de vários professores e trabalhadores da educação, sobre essa questão do plano de saúde Unimed, que os corretores da empresa gestora do pleno, estão exigindo para fazer a revalidação do plano a  filiação ao SINDESP. Nós fomos surpreendido com isso, porque nenhum sindicato pode obrigar o servidor se filiar em detrimento de um plano de saúde em convenio, eles alegam que muitos não são filiados ao Sindesp, mesmo tendo o plano de saúde e agora surgiu essa novidade que a UNIMED tem dito aos trabalhadores através de seus corretores, que necessitam ser filiados ao Sindesp para continuar com o plano.  Nós da APLB não temos nenhum convênio com plano de saúde ou odontológico, por entendermos que esse não é o papel do sindicato, porque o sindicato tem que ser para a luta dos profissionais e trabalhadores por melhores salários e mais condições de trabalho, quem tem que garantir o plano de saúde aos servidores é o Governo. O Estado tem seu plano de saúde para todos os servidores que é o PANSERV e a Prefeitura precisa ter, se não tem, tem que manter um convênio com várias empresas de  planos de saúde e não ser vinculada a um só e aí obrigar o servidor que ele tenha um plano de saúde vinculado a filiação de um sindicato? Isso fere a democracia porque a Constituição não obriga ninguém ser filiado”, disse Marlede orientando a todos os professores e servidores que estão sendo obrigados a se filiar ao Sindesp a prestar queixa no PROCON “vamos dar assistência jurídica para que eles mantenham seus planos de saúde sem esse abuso”.

Veja o áudio da entrevista com Marlede Oliveira presidente do APLB.

 

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