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Reabertura do Parque: O desgoverno de Colbert Martins não tem limites

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Tem sido assim em quase todas as ações do gestor, que tenta se adaptar ao improviso, o que não sustenta a estabilidade do governo.

Uma simples retomada da atividade de um parque público e a equipe do prefeito Colbert Martins MDB, não consegue se estabilizar com planejamento e reação sem prejudicar aqueles mais vulneráveis que são os funcionários.

Após decreto, o Parque Erivaldo Cerqueira Parque “Parque da Lagoa” voltou as atividades neste domingo 17.

Desde as primeiras horas do domingo, que os ambulantes já ditavam as normas, logo na entrada  se estabeleceram numa clara demonstração da falta de habilidade do governo (primeiro deixa acontecer para depois reprimir ou tentar disciplinar) como tem ocorrido em toda sua extensão territorial comercial.   Os comerciantes, tomam conta da entrada do parque sem que nenhum preposto da secretaria competente ( secretaria de desenvolvimento econômico) estivesse na localidade.

Sem nenhuma estrutura, os poucos guardas (abandonados a própria sorte) se queimavam ao sol escaldante para controlar  a entrada e saída dos visitantes do parque. Até às ações que deveriam ser feitas por prepostos da saúde, os agentes de segurança foram obrigados a exercer.

A subinspetoria da Gaurda Municipal sobre o comando do subinspetor João Almeida (abandonado pelo seu comando e pela Seprev), sem ter em mãos as normas  do decreto, assumiu responsabilidades que deveriam ser inerentes ao comando da Gaurda e ao secretario de prevenção a violência.

Óbvio  que  o retorno das atividades de um parque, não seria tão importante  para sacrificar o descanso e lazer do alto comando da Gaurda ou do secretário de prevenção a violência. Lembrando  que não se preocuparam em prestigiar seus colegas que estavam em atividade, a exemplos dos Secretários:  Eli Ribeiro e Jairo Carneiro Filho e o diretor João Falcão.

As pessoas eram contados pelos próprios guardas e seus cooperados com uma caderneta comprada com recursos  próprios, pois, não haviam prepostos para esse fim. Os poucos guardas que estavam de plantão, não podiam sequer se proteger quantos mais proteger quem quer que seja.

Outra falha grave, foi a falta de alguém da saúde que pudesse aferir a temperatura e exigir o álcool em gel  descrito no Decreto. As crianças que brincavam nos equipamentos não dispunha do auxílio do álcool para desinfecção das mãos  logo após a saída de um brinquedo.

Qualquer outra informação sobre o primeiro dia da reabertura do Parque Erivaldo Cerqueira, que não apresente essas observações, é porque não quer relatar a verdade ou o compromisso não é com ela. É esperado um público maior para esta segunda-feira 18, feriado municipal.  Fica aqui um questionamento: Dessa vez prepostos da Secretaria de Saúde vão estar no local? Vão disponibilizar ao menos protetor solar para os Guardas que se vêem obrigados a ficar debaixo de um sol escaldante?  Lembrando que o Parque é Público e não é de  responsabilidade dos guardas administra-lo, à ales cabem a segurança do equipamento, e não gerenciar entrada e saída de pessoal, aferir temperatura, exigir álcool dos visitantes,  porque quando se desvia para essa finalidade, os guardas se  descuidam da sua, que é garantir ao cidadão que possa desfrutar do ambiente com segurança.  Até quando o comando vai expor os guardas ao amadorismo?

 

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