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Repartições da Prefeitura de Feira Santana não garantem segurança contra o coronavírus a servidores e contribuintes

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As repartições publicas de Feira de Santana não tem dado bom exemplo no que tange a prevenção ao coronavírus.  Em todas as secretarias e repartições do município, não dispões de uma equipe para recepcionar os cidadãos com os principais cuidados necessários para garantir o acesso seguro dos clientes e servidores. Não ha servidores com medidor de temperatura e álcool gel nas entradas dos estabelecimentos públicos.

Conforme o decreto municipal os estabelecimentos deverão respeitar estritamente os protocolos de proteção sanitária demandados pela situação atual de pandemia do covid 19. O decreto traz ainda que será caracterizado como violação à legislação municipal e sujeitará o infrator às penalidades e sanções aplicáveis, inclusive, no que couber, cassação de licença de funcionamento.

Em estabelecimentos liberados para atendimentos de massa, na entrada, existe a testagem da temperatura  e álcool em gel é oferecido como forma preventiva numa demonstração preocupação com os cidadãos e os funcionários.

Nas repartições da Prefeitura de Feira de Santana, foram observadas que além de não haver o medidor de temperaturas e a distribuição de álcool em gel para as mãos, os funcionários que atuam no atendimento direto aos clientes (contribuintes) não dispõe da mascara acrílica que garante proteção contra gotículas de salivas em eventuais espirros ou tosses.

O Município é o detentor das prerrogativas legais para decretar e exigir o cumprimentos das normas e é dela também o dever de dar o bom exemplo de comprimento de seus próprios decretos e leis. As autoridades sanitárias bem como as de saúde, devem fazer o dever de casa e garantir segurança aos funcionários para executar seus serviços e aos contribuintes que buscam atendimentos nas  mais diversas repartições publicas municipais.

Quem precisar ir a uma repartição publica da Prefeitura, (exceto pelo uso das mascaras caseiras  pelos servidores) a sensação que se tem é de que não ha pandemia de coronavírus na cidade, pelo desprovimento   de instrumentos de proteção dos servidores no uso em atendimento aos contribuintes.

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