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Saúde em decadência: pacientes sofrem com descaso na Policlínica do Parque Ipê

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A saúde pública de Feira de Santana, que já foi motivo de orgulho para muitos, hoje é alvo de críticas e denúncias que refletem a insatisfação de quem mais precisa dela: o povo. Após quase três décadas de gestões do mesmo grupo político, o setor parece viver um processo de deterioração que aumenta, a cada dia, o desespero dos cidadãos.

Na Policlínica do Parque Ipê, o cenário é de indignação. O espaço, que deveria ser sinônimo de acolhimento e cuidado, tornou-se o retrato do abandono. Pacientes denunciam que a espera por atendimento pode durar de três a quatro horas. E, como se não bastasse a morosidade, faltam insumos básicos para o funcionamento. Um visitante chegou a relatar que precisou comprar copos descartáveis para doar à unidade.

Logo na chegada, o sofrimento se faz presente: os ar-condicionados quebrados dão as boas-vindas a quem já enfrenta a angústia da doença e anunciam que o dia será ainda mais penoso. “Onde estão os gestores?”, questiona um dos denunciantes, inconformado com a negligência.

A situação levanta ainda outro questionamento: a unidade estaria sendo administrada por uma empresa terceirizada, identificada como IDS Saúde. Mas, em meio a tanta carência, a pergunta que ecoa entre os corredores é uma só: cadê a saúde?

Feira de Santana, a segunda maior cidade da Bahia, assiste ao enfraquecimento de um sistema que deveria garantir dignidade e vida. No lugar de cuidado, resta a sensação de abandono.

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