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Sem garantir vínculo exclusivo, Prefeitura deve acatar decisão judicial e arcar com horas extras de professores

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A Prefeitura deve acatar a determinação judicial pela suspensão imediata do corte na remuneração dos professores da rede municipal de Feira de Santana, visto que, ela é responsável por adotar a prática de desdobramento de jornada de 20 para 40 horas, analisa Jhonatas Monteiro (PSOL).

Na sessão ordinária desta quarta-feira (23), o parlamentar destacou que a redução nos vencimentos é considerada ilegal e celebrou a sentença favorável aos profissionais da categoria.

“O Governo Municipal não garante as 40 horas devidas para que os professores e professoras tenham vínculo exclusivo na Rede Municipal e, ao invés disso, prefere pagar ano após ano pelas horas extras”.

Além de determinar a suspensão imediata dos cortes na segunda-feira (21), o juiz Nunisvaldo dos Santos, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Feira de Santana, também sentenciou a Prefeitura a pagar os honorários sucumbenciais em 10% sobre o valor da condenação.

Para Jhonatas, a decisão da Justiça demonstra como o discurso do Executivo Municipal é “extremamente falacioso, mentiroso e negacionista” por insistir que os cortes seriam referentes apenas ao deslocamento e gratificações recebidas por professores.

Ascom

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