Parece não haver limites para a perseguição da gestão municipal contra os servidores da prefeitura de Feira de Santana. Os servidores que ficaram dois anos sem aumento dos salários no período da pandemia, em 2022 tiveram um reajuste de 11,73% aprovado pela Câmara Municipal e o gestor deu apenas 5,0%.
Em 2023 o problema persiste, o chefe do executivo mandou para a Câmara um projeto de lei que prevê um reajuste de 4,0%, porém, queria extensivo aos vereadores, secretários, vice-prefeito e prefeito, ferindo as regras constitucionais.
É dessa gestão também a retirada do auxílio transporte em pecúnia no contracheque dos servidores, o que virou uma punição para quem precisa do transporte público, pois os mesmos ficaram reféns de um sistema falido, ultrapassado e que não contempla a sociedade.
Também é dessa gestão o título de pior administração pública da cidade, pelo menos para os servidores, pois teve feriados suspensos, ponto facultativos, ainda que dados por outras instâncias (estadual e federal), os funcionários de Feira de Santana são limitados, tolhidos dos feriados prolongados.
Os funcionários vivem sem ter ao menos seus direitos garantidos, como férias e licenças-prêmio. As informações são de que os servidores vivem com acúmulo de férias e licenças, progressões verticais e horizontais de suas carreiras travadas, sem que o governo adote medidas para reparar o erro.
O tradicional feriadão de sete de setembro não será comemorado pelos servidores da prefeitura de Feira de Santana, e a imprensa já anunciou que haverá punição para quem não cumprir a carga horária de sexta-feira (08/09).
Todos esses fatores aqui elencados podem ser evidenciados como perseguição aos servidores? Pelo menos é o sentimento dos servidores.





