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Servidores lotados em órgãos alheios à saúde, pagos com recursos do Fundo, é mais um fato a ser investigado pela PF

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“É só o começo”, diz o vereador Paulão do Caldeirão (PSC), presidente da CPI da Saúde, criada pela Câmara Municipal, sobre a operação “No Service”, da Polícia Federal, deflagrada esta semana em Feira de Santana. Ele participou de entrevista coletiva concedida nesta quarta (5) pela Comissão Parlamentar de Inquérito, na sala de reuniões da Casa da Cidadania, que ficou repleta de repórteres.

Além da suposta consultoria em que o secretário de Saúde Marcelo Britto teria recebido R$ 200 mil sem a devida prestação dos serviços – com autorização do seu colega da pasta de Governo, Denilton Brito -, o popular radialista prevê que também deverá ser investigada pela PF a contratação de funcionários com recursos do Fundo Municipal de Saúde para atuarem em outros órgãos da Administração Pública.

Em um dos casos apurados pela CPI, um desses servidores teria sido lotado onde menos se poderia esperar, na Usina de Asfalto da Prefeitura, algo completamente distante das unidades de saúde.

Paulão registrou o apoio da Procuradoria Jurídica da Câmara, nesse trabalho investigativo. A Justiça Federal determinou o afastamento, imediato e por 60 dias, dos secretários Marcelo e Denilton Brito.

O presidente da Câmara, Fernando Torres (PSD) anunciou na mesma coletiva que a CPI deverá encaminhar à Polícia Federal pedido para que solicite à Justiça, também, o afastamento do prefeito Colbert Martins Filho, pelo prazo de 90 dias, para que evitar que o chefe do Executivo interfira nessas investigações.

 

Ascom

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