Nos últimos dias estamos observando o comportamento dos políticos locais em torno das candidaturas à deputado estadual em Feira de Santana e já é notável as preferências dos ” líderes” para alguns nomes apresentados.
Os nomes ligados ao grupo no poder municipal são: Lulinha, Carlos Geilson, Pablo Roberto e Pastor Tom.
A única e isolada opção nova é Pablo Roberto, que vem se dedicando pura e exclusivamente na sua evolução política. Pablo abriu mão de uma candidatura a vereador em 2020 ( apostou e elegeu seu fiel escudeiro Pedro Américo) enquanto permanecia como secretário municipal e cuidando de sua pré-candidatura a deputado.
Carlos Geilson, Lulinha e Tom já experimentaram as urnas. Carlos Geilson exerce seu terceiro mandato ( está na vaga como suplente) na Assembleia e vai tentar o quarto mandato.
Pastor Tom partiu em 2018 para a Assembleia ainda no cumprimento do terceiro mandato como vereador de Feira de Santana, se elegeu e perdeu o mandato ainda no exercício por questões de documentação no período da campanha. Agora, Tom tenta o retorno à Assembleia e há na população local um sentimento de que ele foi injustiçado e já aparece como um dos favoritos para as eleições de 2022.
Lulinha é líder do governo e cumpre seu quinto mandato como veredaor em Feira ( na vaga como suplente) e é também o líder do governo. Ele já disputou outras candidaturas para deputado estadual sem sucesso.
Neste contexto, apesar de todos serem da base de apoio do governo municipal, dois nomes estão sobre permanente vigilância dos observadores da política local para o apoio especial de duas lideranças políticas local, José Ronaldo (DEM) e Colbert Martins MDB.
Geilson está para José Ronaldo assim como Pablo para Colbert Martins. Foi no governo de Colbert que Pablo se expandiu e já ocupou três pastas distintas SEPREV, Desenvolvimento Social e Agricultura, foi também nas barbas de Colbert que Pablo elegeu Pedro Américo. Dessa forma é muito mais fácil dele contar com o apoio irrestrito do prefeito que os demais. Digamos que Pablo descobriu a forma mágica e secreta de penetrar o coração blindado pela frieza do sorriso do alcaide.
Carlos Geilson apesar de ter deixado o grupo ronaldista logo após as eleições de 2018 quando não se reelegeu ficando na suplência, se arrependeu e voltou ao grupo logo após o primeiro turno das eleições de 2020, quando foi derrotado para prefeito e apoiou Colbert. Todos na cidade sabem que o retorno de CG só foi possível graças a habilidade política do ex-prefeito José Ronaldo. Assim, ronaldistas tem aos montes se dirigido ao deputado para lhe declarar apoio para as eleições de 2022, algo nunca visto antes no processo político local.
Neste meio ou seja: entre Pablo e Carlos Geilson, Ronaldo e Colbert, um nome tem levado vantagem por estar bem no centro. Tom tem levado a melhor, pois, tem Ronaldistas que não engoliu o retorno de Geilson e não votaria em alguém ligado diretamente a Colbert e na mesma visão, tem pessoas ligadas a Colbert que não segue com Pablo por entender que ele levou a melhor usando o espaço no governo e que por isso não vota com ele e nem acompanharia um ronaldista puro sangue como é Geilson, dos dois lados, Tom tem recebido apoio e deve seguir na frente dos demais por ser o candidato neutro, goza da amizade dos dois e tem a simpatia do eleitorado dos dois lados.
Lulinha que é mais um capricho do deputado federal Zé Nunes, nunca contou com o apoio de Zé Ronaldo para candidatura estadual e apesar de ser líder do governo, não deve ser o nome da escolha de Colbert. Mas, Lulinha segue sua trajetória livre, se chegar, chega pelos próprios méritos sem apadrinhamento de Ronaldo ou Colbert.
O processo está apenas começando e ao logo dos próximos meses vamos poder observar novos detalhes que leve a confirmação desta análise. Aguardem!!.





