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Vereador Lulinha relata experiência espiritual durante sessão na Câmara de Feira de Santana “Uma força estranha veio em mim!”

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Durante a sessão ordinária desta quinta-feira (16), um momento inesperado e profundamente marcante tomou conta do plenário da Câmara Municipal de Feira de Santana. O vereador Lulinha surpreendeu os colegas ao afirmar ter sentido “uma força estranha” ao mencionar a filha do saudoso ex-vereador e ex-presidente da Casa, Ronny Miranda.

Visivelmente emocionado, Lulinha contou que algo inexplicável o tocou de maneira intensa.

“Uma força estranha veio em mim… Quando a pessoa morre, a alma fica por aí vendo tudo!”, disse o vereador, arrepiado, deixando o plenário em silêncio por alguns instantes.

O episódio ocorreu enquanto ele se manifestava sobre à realização de uma sessão solene em homenagem ao Dia do Médico, ocasião em que também seria lembrada a filha de Ronny Miranda. No momento em que citou o nome dela, o vereador sentiu um súbito arrepio, que associou à possível presença espiritual do ex-parlamentar.

A cena emocionou quem acompanhava a sessão e gerou comentários entre os presentes sobre o caráter transcendental da experiência. Para alguns, o gesto foi interpretado como um sinal de que as boas energias e a memória de Ronny Miranda continuam vivas entre os colegas e amigos que conviveram com ele na Casa da Cidadania.

Especialistas em fenômenos espirituais afirmam que experiências como a relatada por Lulinha são conhecidas como “percepções mediúnicas espontâneas”, descritas por estudiosos como o médico e escritor Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, autor de pesquisas sobre a glândula pineal e sua possível ligação com percepções espirituais. Segundo ele, “em momentos de forte emoção e conexão afetiva, o cérebro pode captar vibrações sutis que produzem sensações físicas reais, como arrepios, calor ou até lágrimas”.

Para os que acreditam, o episódio vivido por Lulinha não foi mera coincidência — mas um reencontro entre planos, um instante em que a espiritualidade tocou o cotidiano político com a sutileza do invisível.

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