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Vice-presidente da CPI vê “deboche” em respostas de servidor da Sedeso

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A Comissão Parlamentar de Inquérito criada pela Câmara de Feira de Santana apura supostas irregularidades na distribuição de cestas básicas e também de leite, a cargo da pasta, para famílias atingidas pela pandemia de coronavírus, no período de novembro do ano passado. O presidente da CPI é o vereador Emerson  Minho (DC) e a relatora, Eremita Mota (PSDB), que participaram da sabatina às testemunhas. 

 

Cristiano Queiroz  fez uma descrição das funções que exercia e do funcionamento de critérios dos programas geridos pelo departamento de sua competência. No entanto, os integrantes da CPI o consideraram evasivo em alguns momentos, o que motivou advertência pelo vice-presidente. Silvio Dias pediu ao presidente Emerson Minho que repreendesse o depoente, exigindo “respeito à Comissão e não agir com deboche”.
Questionado se não achava estranho a “grande quantidade” de cestas entregues, em período de campanha eleitoral, Cristiano respondeu que  não, “porque o aumento da pobreza e extrema pobreza foi notório”, de março até o final do ano.
Questionado, ele não soube precisar a média mensal de cestas básicas distribuídas em 2020.Primeira a ser ouvida, Soneide Rios disse que a distribuição das cestas básicas, principalmente no período da pandemia, era um procedimento para alcançar famílias extremamente pobres e o critério para a escolha dessas famílias era estar inscritas no programa Criança Feliz, do governo federal. No entanto, Soneide não soube dizer com precisão como funcionava, de fato, a distribuição.

Ascom

 

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