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A voz que revive um legado: Fábio Belchote traz de volta o som e a simpatia do Irmão Lázaro

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Há momentos em que a música transcende o tempo, e uma voz pode fazer o coração lembrar o que parece irrepetível. Foi assim que os fãs do grande cantor gospel Irmão Lázaro — que faleceu em 19 de julho de 2020, vítima da COVID-19 — encontraram um novo raio de esperança: no timbre e na simpatia de Fábio Belchote, o Jequieense que canta como se o próprio Lázaro estivesse ali.

O nome de Irmão Lázaro ecoa por todo o Brasil não só como cantor, mas como figura pública que uniu fé, música e serviço. Deputado federal e vereador em Salvador, ele deixou um legado imortal nas canções que tocaram milhões de almas: sucessos como “Deus é Fiel”, “Não Há Nada Impossível para Deus”, “O Amor de Deus é Maior” e “Vou Seguir Sim” se tornaram hinos nas igrejas e nas vidas de quem buscava conforto e força na fé. Sua partida, no auge da pandemia, deixou uma lacuna que parecia impossível de ser preenchida.

Até que a voz de Fábio — como é carinhosamente chamado — chegou aos ouvidos dos fãs. A semelhança é tão impressionante que, se ouvir sem ver sua imagem, ninguém consegue diferenciar: é como se o próprio Irmão Lázaro tivesse voltado para cantar suas canções de novo. “Quando eu ouvi pela primeira vez, chorei”, conta uma fã de longa data. “Foi como reviver todos os momentos bons que suas músicas me deram.”

Recentemente, o ex-vereador de Feira de Santana, Isaías de Diogo, visitou Castro Alves — cidade onde Bel reside — e conseguiu conversar com o cantor. “Fiquei impressionado não só com a voz, mas com a pessoa”, revela Isaías. “A simpatia de Bel é tal qual a do Irmão Lázaro: uma alegria contagiante, um coração aberto para todos. É mais do que uma semelhança vocal — é uma continuidade da sua energia.” Disse Isaías ao Rota da Informação.

Com o show “Irmão Fábio Nova Unção”, o cantor leva por onde passa um repertório de Lázaro, apresentando-se em igrejas, congressos e festas públicas. Cada apresentação é um momento emocionante, onde lágrimas de saudade se misturam a sorrisos de gratidão. “Eu não tento ser o Irmão Lázaro”, diz Fábio, em declaração a Isaías durante a visita. “Eu só quero honrar seu legado, fazer com que essas músicas continuem tocando corações e transformando vidas. Ele foi um grande exemplo para mim, e isso é minha forma de dizer ‘obrigado’.”

E assim, a voz que pareceu se perder no tempo volta a ecoar, carregando a mesma fé, a mesma força e a mesma simpatia que fizeram de Irmão Lázaro um ícone. Um legado revivido, um presente para os fãs e uma prova de que a música — e o amor que ela carrega — nunca morre.

Isaías de Diogo e Bel
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