Os remédios aplicados pelo ministro do STF na eleição de 2022 se revelaram um veneno que, hoje, contamina as decisões do TSE.
Não demorou muito para que os remédios aplicados por Alexandre de Moraes (foto) na eleição de 2022 se revelassem um veneno que, hoje, contamina o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Quatros anos após a última eleição majoritária, conduzida com mão de ferro pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), a cúpula da Justiça Eleitoral decidiu o óbvio sobre o desfile que homenageia Lula. Mas a decisão conflita com um caso que teve desfecho oposto em 2022.
O TSE deliberou por unanimidade nesta semana que seria censura prévia impedir o desfile da Acadêmicos de Niterói na Marquês de Sapucaí, cujo samba-enredo se intitula “Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil”.
Fonte: O Antagonista





