A base governista em Feira de Santana caminha para uma definição clara no cenário político com a consolidação do nome de Zé Chico como candidato único e oficial do grupo liderado pelo prefeito Zé Ronaldo à Câmara Federal.
Zé Chico ganha força e caminho fica livre
Após um período de incertezas, desistências e movimentações nos bastidores, o cenário começou a se esclarecer. A desistência de Pablo Roberto da disputa para deputado federal e o anúncio de Colbert Martins como candidato a deputado estadual praticamente eliminaram os obstáculos dentro do grupo governista, deixando o caminho aberto para Zé Chico consolidar sua candidatura.
Nos bastidores, a política é feita de gestos, sinais e frases que, muitas vezes, só são compreendidas com o tempo. A declaração de Zé Ronaldo, de que “assinava papel em branco”, começa agora a fazer sentido para muitos analistas políticos, demonstrando confiança e compromisso com o projeto político que hoje tem Zé Chico como principal nome.
Grupo unido pode fortalecer eleição
Com a base ronaldista unificada, Zé Chico passa a ser o nome de consenso do governo municipal para a Câmara Federal. Com estrutura política, apoio de lideranças e presença consolidada em Feira de Santana, o cenário se torna cada vez mais favorável.
A união do grupo pode, inclusive, quebrar um antigo tabu na trajetória política de Zé Ronaldo. Mesmo com uma carreira marcada por vitórias expressivas — cinco mandatos como prefeito e participação decisiva em eleições como as de Tarcízio Pimenta e Colbert Martins — sempre existiu a fama de que, apesar da forte base política, ele nunca conseguiu eleger um deputado federal com sua própria força política direta.
Agora, o cenário é diferente. Com candidatura única, base alinhada e grupo unido, cresce a expectativa de que essa marca histórica possa finalmente ser alcançada.
Bordão pode voltar com força
Entre os apoiadores, um bordão já começa a ser lembrado e pode voltar a ganhar força nas ruas:
“Zé Ronaldo é Zé Chico e Zé Chico é Zé Ronaldo.”
A frase simboliza a união política, a confiança e a transferência de capital político, algo fundamental em eleições proporcionais.
Sonho político e expectativa popular
A possível eleição de Zé Chico passa a ser tratada por aliados como a realização de um sonho político antigo, não apenas dele, mas também de uma parcela da população de Feira de Santana que deseja ver o município mais representado em Brasília.
Com o grupo unido, caminho livre e apoio declarado, o cenário político começa a desenhar uma nova página na história eleitoral de Feira de Santana, onde, desta vez, o grupo governista aposta todas as fichas em um único nome — e com reais chances de vitória.





