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Flávio leva pré-campanha ao Nordeste mirando eleitorado de Lula

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Pré-candidato busca continuar trabalho do pai, Jair Bolsonaro, se posicionando como mais moderado. Agendas nordestinas acontecem em Natal, neste sábado (21), e em João Pessoa, neste domingo (22).

O objetivo da equipe de Flávio é reforçar o nome dele entre os nordestinos para reduzir o chamado “colchão de votos” que Lula costuma ter nesses estados.

No segundo turno das eleições de 2022Lula conseguiu 69,34% dos votos válidos, contra 30,66% de Jair Bolsonaro (PL) no Nordeste – única região do Brasil em que o petista obteve vantagem sobre o então mandatário.

Rio Grande do Norte é o estado natal do senador Rogério Marinho (PL), coordenador nacional da campanha de Flávio Bolsonaro,

“Marinho tem sido um pai para mim nessa jornada política, muito obrigado”, disse Flávio no evento.

Rogério Marinho foi ministro do Desenvolvimento Regional e secretário Especial de Previdência e Trabalho no governo de Jair Bolsonaro.

O pré-candidato contará com outros ex-ministros do pai como articuladores centrais da campanha no Nordeste: o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga, na Paraíba, e o ex-ministro da Cidadania João Roma, na Bahia.

A ideia da campanha agora é personalizar melhor as falas e as ações ao Nordeste, sem contar somente com políticos do eixo Centro-OesteSudeste e Sul. No Nordeste, a intenção será também argumentar que programas sociais, como o Bolsa-Família, não dependem apenas de Lula para funcionarem.

Ações de Jair Bolsonaro referentes à transposição do Rio São Francisco também foram lembradas no evento de Natal.

Várias críticas a Lula foram feitas, até com gritos de “chega de pão com mortadela” e música com a letra “Lula vai se mandar porque Flávio vai comandar”.

“Essa eleição não será Lula contra Bolsonaro, mas sobre qual caminho queremos escolher para o Brasil nos próximos 50 anos. O caminho de quem quer deixar bandido mofando na cadeia, que não suporta violência contra a mulher”, afirmou Flávio.

“Todos nós aqui temos esse caminho para oferecer: o caminho da liberdade. Do outro lado, o caminho de quem solta marginais da cadeia, que acha normal menor de idade roubar seu celular para tomar uma cervejinha (…). É um governo que não quer enfrentar o Comando Vermelho e o PCC, porque os presídios fizeram festa quando ele foi anunciado como presidente (…). Qual caminho vocês querem?”, acrescentou.

Também em discurso, Flávio criticou o aumento do preço do diesel, causado pela guerra no Oriente Médio. O pré-candidato disse que está batendo os R$ 10 e “não há pandemia”.

O palco do evento estava lotado de prefeitos, parlamentares e demais aliados.

Em falas, afirmaram ter de “acabar com essa petezada, com a miséria que o governo Lula implantou em todos os lugares”, por exemplo.

Flávio ressaltou que dará continuidade ao trabalho de Jair Bolsonaro. Mas, ele tem se posicionado como um político mais moderado do que o pai em discursos, de olho em eleitores de centro.

“O PT já está há 20 anos governando este país, e o que melhorou na sua vida? Você trabalha em paz? Consegue uma boa escola para seu filho? Neste ano temos uma grande oportunidade”, declarou.

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