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Tabuleiro politico para 2024: Quais os nomes que mais se destacam para prefeito de Feira de Santana

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Passado o período das eleições para deputado, governador senador e  presidente já começa as articulações visando às eleições municipais para prefeito e vereadores. A eleição de 2022 disse muito de como será as composições visando o pleito de 2024 em Feira de Santana.

Quem são os políticos apresentados até aqui no tabuleiro da política Feirense? São quatros principais nomes, José Neto (PT), José Ronaldo (União), Fernando Torres (PSD) e Jonathas Monteiro (PSOL).  Mas, nomes como, Zé Chico ( União), Pablo Roberto (União), Ângelo Almeida ( PSB), Tourinho (PSB), Pastor Tom (Solidariedade), também são lembrados.

Mas, as arrumações já começaram a exemplo do grupo ligado ao governador Rui Costa (PT) que está dando demonstração que quer alinhar o município de Feira de Santana com a política do estado e agora da união com a eleição de Lula. Neste contexto, aparecem três nomes, Zé Neto, Ângelo Almeida, Fernando Torres, nesta linha aparece com ampla vantagem  o deputado federal José Neto.

Do outro lado, o tradicionalismo do ronaldismo, que vem contabilizando baixas, como perda de  controle da Câmara Municipal, baixa no quadro de deputados ( só elegeu um deputado estadual) e tem a ameaça de perder um dos grandes líderes do grupo que é o empresário  Zé Chico (que já está sendo inclusive ventilado  como o possível vice na chapa encabeçada pelo Zé Neto).  Neste grupo, vai continuar apostando no nome do ex-prefeito José Ronaldo.

Outro que aparece forte e que pode unificar o governo municipal ao do estado e o federal é Fernando Torres, que aparece com a força do senador Otto Alencar.

O vereador Jonathas Monteiro aparece com uma carreira solo, mas, vem de um crescimento assustador para o grupo predominante (ronaldista), pois, basta acompanhar seu desempenho na última eleição.

Mas, eleitorado feminino também tem  esperanças na pessoa da vereadora e presidente eleita da Casa Legislativa,  Eremita Mota (PSDB), que também pode proporcional uma ligação direta com o governo federal, já que nas eleições de outubro apoiou o presidente eleito.

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