Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Vereador Edvaldo Lima reage à detenção de pastor em hospital de Feira de Santana e denuncia intolerância religiosa

2 Min Leitura

O vereador Edvaldo Lima se pronunciou na tribuna da Câmara Municipal sobre a detenção do pastor Moisés Nery, ocorrida no Hospital Geral Clériston Andrade. O caso tem gerado repercussão na cidade e levantado debates sobre liberdade religiosa e limites da atuação em espaços públicos.

De acordo com as informações, o pastor foi conduzido à delegacia enquanto realizava orações e pregava a fé evangélica dentro da unidade hospitalar. A situação teria se agravado após um estudante de Direito relatar ter se sentido ofendido com uma fala atribuída ao religioso, na qual ele mencionava que “Deus iria acabar com a pederastia”, sendo então acusado de homofobia.

Em publicação nas redes sociais, Edvaldo Lima classificou o episódio como “um absurdo inaceitável” e afirmou que não aceitará “censura e intolerância religiosa” em Feira de Santana. Segundo o vereador, o pastor exercia sua fé ao prestar apoio espiritual a pessoas internadas.

“O que estamos vendo em Feira de Santana e em toda a Bahia é uma política de perseguição silenciosa que tenta expulsar Deus dos hospitais e presídios. Isso tem nome: censura e intolerância religiosa”, declarou.

O parlamentar também fez um chamado a lideranças religiosas, pedindo atenção ao que considera um cenário preocupante. “Se a pregação do Evangelho e o conforto espiritual forem tratados como caso de polícia, terão que aumentar o número de presídios no Brasil, pois não vamos parar de pregar a Palavra”, afirmou.

Ainda de acordo com o vereador, o caso será levado à Comissão de Direitos Humanos do Congresso Nacional. Ele também informou estar em articulação com a senadora Damares Alves para tratar do assunto em nível federal.

O episódio segue repercutindo e deve ser alvo de apurações para esclarecer as circunstâncias da abordagem e as eventuais responsabilidades envolvidas.

Compartilhe este artigo