Feira de Santana acordou diferente neste sábado. O chão pareceu tremer, não por terremoto, mas pela força política que tomou conta do Salão Nobre do Cajueiro: o encontro do PGP do Partido dos Trabalhadores transformou o espaço num palco de poder, união e recados claros — para quem duvidou, para quem criticou e para quem ainda pensa que pode subestimar a força do projeto que comanda a Bahia.
Quem andou espalhando por aí que o governador Jerônimo Rodrigues havia “desaparecido” da cidade, recebeu a resposta mais dura e eloquente possível. Jerônimo não só apareceu: ficou três dias inteiros em Feira, trabalhando de sol a sol. Entregou obras que mudam a realidade da população, assinou ordens de serviço que vão gerar emprego e desenvolvimento, sentou à mesa com empresários para debater o futuro da região e, acima de tudo, esteve presente, de corpo e alma, ao lado das lideranças e do povo, no coração do maior evento político do fim de semana.
A movimentação foi tão grande, tão expressiva, que não passou despercebida — e nem deixou indiferentes. Até dentro da base do governo municipal, a força do evento provocou reações que deixaram claro: é inveja, pura e simplesmente. Um vereador aliado da gestão atual usou espaço em programa de rádio para atacar o governador, criticar o tamanho da mobilização e destilar um ódio que não esconde o que realmente está por trás: a frustração de ver quem realmente tem força, legitimidade e apoio popular comandar o cenário político da cidade. As palavras ácidas do edil só serviram para confirmar o óbvio: o sucesso do evento incomodou — e muito — quem não consegue reunir metade dessa força.
Enquanto uns reagem com amargura, os que estão ao lado do projeto certo vibraram como nunca. Felizes, confiantes e com a certeza de estarem no caminho certo, as lideranças que constroem a história de Feira sorriram, abraçaram-se e declararam, em alto e bom som, o que todo mundo já via: esse evento foi um sucesso retumbante. Estavam lá, firmes e fortes: os vereadores Sílvio Dias, Professor Ivamberg Lima e Luiz da Feira, o suplente Raimundão da Feira, o deputado estadual Robinson Almeida e o deputado federal José Neto — nomes que carregam a legitimidade de quem trabalha, de quem representa o povo e de quem sabe onde está o poder real.
E o recado foi dado, alto e claro, para todos os cantos da cidade e para a oposição que tenta se manter de pé: as bases políticas tremeram. O que aconteceu no Cajueiro não foi apenas um encontro partidário — foi uma demonstração de força que deixou absolutamente evidente uma verdade que ninguém mais pode negar: aqui em Feira de Santana, quem manda politicamente é o projeto que representa o trabalho, o desenvolvimento e a vontade do povo.
A terra tremeu, sim. E foi o aviso: o tempo da incerteza acabou. Agora, é tempo de quem tem força, de quem tem razão e de quem, de fato, comandado o rumo da cidade.





