A vereadora Lú de Ronny expressou preocupação com o crescimento de problemas relacionados à saúde mental da população. Durante a sessão da Câmara nesta terça-feira (4), a parlamentar solicitou que o Município preste mais atenção ao atendimento dos usuários nas policlínicas e UPAS (Unidades de Pronto Atendimento) da cidade.
Lú afirma que, além da necessidade de adotar medidas para a instalação de dispositivos físicos de proteção, como grades laterais nos viadutos da cidade para prevenir incidentes com vítimas, também é necessário resolver os problemas da base. De acordo com a vereadora, alguns pacientes chegam nas unidades em surto, causando preocupação para os profissionais da ponta. Segundo ela é necessário saber se tem psiquiatras e psicólogos nos postos e nos Caps do Município, além de confirmar se existe demanda favorável para atendimento.
A parlamentar disse que entrou em contato com o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, que se comprometeu a fazer um levantamento em todas as policlínicas sobre esses atendimentos nas localidades. Para ela, é preciso um projeto, possivelmente de cunho executivo, para colocar psicólogos dentro das UPAs e policlínicas, para acolher esses pacientes que chegam em surto nas unidades e que fazem uso de medicamento, mas sem condição de continuar o tratamento.
Lú de Ronny finalizou falando da dificuldade das equipes médicas, enfermeiros, técnicos e todos os profissionais de saúde em lidar com esses atendimentos nas policlínicas, sem saber para onde direcionar esses usuários em surto.
CAPS INFANTIL SEM ESPECIALISTA
Por falta de um profissional especializado no Caps I (Infantil), do bairro Olhos D” Água, uma criança de 12 anos, está sem conseguir obter atendimento, apesar da necessidade urgente. A informação é do Professor Ivamberg (PT), que aproveitou o discurso da vereadora Lú de Ronnypara ressaltar que tem recebido diversas reclamações para se pronunciar sobre a situação da saúde mental em Feira. Especificamente em relação à criança, que reside no bairro Gabriela, o parlamentar lamentou o fato de mesmo tendo em mãos um relatório de referência, a assistência médica não tem sido prestada.
ASCOM




