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Bancários anunciam paralização nesta quinta-feira (20)

3 Min Leitura

Nesta quinta-feira (20/08), é dia de parar. Os bancários e bancárias de Feira de Santana e de todo o país cruzam os braços em defesa de uma pauta justa: o direito a condições de trabalho humanas, sem cortes de postos, sem fechamento de agências e sem a sobrecarga que adoece a categoria. A paralisação é um grito de resistência — e um convite à unidade.

O motivo da luta

Para os bancos, cortar postos, fechar unidades e reduzir equipes é chamado de “eficiência”. Mas quem paga o preço dessa “eficiência” são os trabalhadores: sobrecarga, pressão excessiva, adoecimento e jornadas que não cabem em uma vida digna. Diante da falta de proposta concreta da Fenaban que atenda às reivindicações da categoria, a resposta dos trabalhadores é clara: nas ruas e nas agências, ninguém trabalha até que haja respeito.

“Quando é para cortar postos de trabalho, fechar agências e reduzir equipes, os bancos chamam de eficiência. Mas quem fica paga a conta com sobrecarga, pressão e adoecimento.”

A paralisação: é hora de parar — de verdade!

A mobilização convoca toda a categoria: escriturários, assistentes, gerentes e empregados com função gratificada. E o recado é direto: não é dia de trabalhar de casa, não é dia de responder demanda pelo celular, não é dia de acessar o sistema. A paralisação só existe com participação — e a categoria está chamada a aderir de corpo inteiro.

Em Feira de Santana, apenas o autoatendimento estará disponível. As agências estarão fechadas, e o movimento promete ser forte e organizado, demonstrando que a categoria não está disposta a ceder.

 Ninguém luta sozinho

A mensagem é clara e emocionante:

“Nenhuma mobilização se sustenta sem a categoria. Amanhã não é dia de apoiar de longe. É dia de parar.”

Esta não é apenas uma paralisação por salário. É uma luta por dignidade, por respeito, por um trabalho que não adoece e que não expulsa trabalhadores. É a certeza de que, unidos, os bancários podem transformar a realidade que os bancos querem impor.

A luta é de todos. E a vitória também será.

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