Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Julho das Pretas: Sindicato dos Bancários soma forças na luta por justiça

3 Min Leitura

Feira de Santana, BA – Em um encontro carregado de emoção, força e compromisso, o auditório da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) foi palco da programação especial do Julho das Pretas, celebrado no dia 9 de julho, a partir das 9h. A iniciativa, que tem como tema central “O protagonismo feminino negro nas lutas por justiça social e direitos”, foi organizada pelo SINTEST-BA, em parceria com a UNEGRO, a Rede Nacional de Mulheres Negras no Combate à Violência, além dos sindicatos dos Bancários, Sindborracha e Sindsaúde-BA.

A frente da organização, a presidente do SINTEST, Daiana Alcântara, esteve presente e deu o tom do encontro: uma oportunidade de dar voz, visibilidade e força às pautas que movem a luta de mulheres negras em todo o estado. A programação também contou com a presença de grandes nomes e instituições importantes: a reitora da UEFS, Amali de Angelis Mussi, e a deputada estadual Olívia Santana, do diretor de comunicação do Sindicato dos Bancários Edimilson Cerqueira, que somaram esforços para debater e reafirmar a importância da causa.

Os bancários, representados por membros da diretoria do Sindicato dos Bancários, não só defendem a categoria, mas também apoiam outras causas importantes para a sociedade — e participaram de forma ativa da roda de conversa do Julho das Pretas.

O presidente do Sindicato dos Bancários, Eritan Machado, também esteve presente. Em sua saudação, destacou a importância dos debates: “As mulheres pretas já sofrem cotidianamente com discriminação, racismo e todo tipo de preconceito — por isso, discutir esses temas é tão urgente e necessário. Parabéns ao SINTEST pela realização desse evento!”

Ao longo do evento, temas urgentes e profundos foram levados à discussão: feminicídio, racismo, misoginia e todas as formas de preconceito que ainda atingem de forma cruel a população negra, especialmente as mulheres. Mais do que uma roda de conversa, foi um momento de união, de fortalecimento de laços e de reafirmação: a história é feita com a nossa presença, e a justiça social não vai esperar.

O Julho das Pretas é muito mais do que uma data comemorativa: é um movimento nacional que relembra a luta, a resistência e a capacidade transformadora das mulheres negras. Em Feira de Santana, o encontro provou que essa voz não se cala, que essa força não se esgota e que cada passo dado é uma conquista para todas as gerações que virão.

Compartilhe este artigo