Um mar de gente tomou conta do Médio Sudoeste baiano neste domingo (14). A cidade de Itapetinga foi palco de mais uma edição do Programa de Governo Participativo (PGP), evento que, para variar, transformou as ruas em um verdadeiro caldeirão de reivindicações, esperanças e decisões da chapa petista com Jerônimo Rodrigues na cabeça e Jaques Wagner e Rui Costa, na corrida ao Senado.
“Uma multidão, para variar”, resumiu o secretário liderança de Relações Institucionais do governo Jerônimo Rodrigues, Adolpho Loyola, ao registrar sua emoção nas redes sociais, visivelmente impactado pela adesão popular. O tom de euforia contagiou a plenária, que compareceu não apenas para ouvir, mas, sobretudo, para falar e, finalmente, se sentir ouvido.
O modelo do PGP, que já se consolidou como um termômetro da relação entre governo e população, mostrou novamente sua força. O evento não foi apenas um ato de retórica. Segundo os discursos das principais lideranças, as decisões tomadas em encontros anteriores já estão saindo do papel – e em ritmo acelerado.
*Obra em andamento e promessa renovada*
Um dos principais marcos de resultado apresentado foi o avanço das obras do hospital e da policlínica, promessas firmadas no PGP de 2022. “Aqui no Médio Sudoeste, no PGP de 22, teve hospital e policlínica, que já estão em obras”, declarou Loyola.
Mais do que celebrar o progresso físico das construções, a revelação de Loyola teve um tom de compromisso com o método que, segundo o governo Jerônimo, tem dado certo: ouvir antes de agir. “E é assim que a gente vai acertando”, afirmou, defendendo que a escuta ativa é a engrenagem central da máquina administrativa.
*Metáfora do timão e a força do povo*
Em um momento de clara celebração, o discurso de Loyola recorreu a uma metáfora popular para resumir a filosofia de gestão petista: “Porque é esse timão aqui que muda a vida da Bahia, que muda a vida das pessoas.”
A imagem do timão com uma enorme torcida organizada foi usada por Loyola para simbolizar que o poder não está em quem governa sozinho, mas na sintonia entre o povo e seus representantes. “Nós vamos continuar ouvindo o nosso povo”, garantiu, fechando o discurso com a promessa de que a sequência de obras e melhorias não vai parar.
*Impacto político*
Enquanto as máquinas trabalham nos canteiros do novo hospital e da policlínica, o recado político do evento foi claro: em Itapetinga e no Médio Sudoeste, o governo aposta todas as fichas na participação popular como termômetro de sucesso. Para a multidão que foi ouvir, falar e ser ouvida, a mensagem que fica é de que o timão está firme – e o navio, enfim, mudou de rumo.
ASCOM





